domingo, 18 de agosto de 2013

Opções 2

Durante a transmissão dos treinos em Indianápolis no último sábado (17), Lucio Cecchinello, chefe da LCR, confirmou que está conversando com Nicky Hayden sobre a possibilidade de alinhar uma segunda moto no time. A meta do dirigente italiano é contar uma versão de produção da RC213V da Honda.

“Isso ainda é um sonho para mim”, disse Cecchinello. “Digamos que talvez exista uma pequena possibilidade”, comentou o dirigente.

Hayden deixa a Ducati no fim do ano após cinco temporadas (Foto: Ducati)
Cecchinello afirmou que a equipe está negociando com a HRC, que, por sua vez, conversa com o braço norte-americano da Honda. O dirigente ressaltou, entretanto, que ainda é necessário reunir o orçamento para bancar este projeto.

“Nós ainda estamos falando com a HRC e a HRC está falando com a Honda aqui dos Estados Unidos”, explicou. “Vamos tentar ver se tem alguma forma de encontrar o orçamento para organizar uma segunda moto neste time”, completou.

Hayden confirmou que tem algumas propostas interessantes para o próximo ano, mas muitos detalhes ainda estão pendentes. Uma das possibilidades para o campeão de 2006 é permanecer na família Ducati, mas vestindo as cores de Borgo Panigale no Mundial de Superbike.

“Bom, é uma oportunidade muito interessante, mas, no momento, eu tenho algumas boas oportunidades, então estou bem animado”, declarou Hayden. “Certamente será uma grande mudança para mim no próximo ano. Tem algumas coisas que parecem bem promissoras, mas com muitos detalhes para serem resolvidos, então ainda tem um longo caminho até uma decisão”, explicou.

“Mas parece promissor, então eu estou bem animado com tudo. Nós realmente não sabemos o nível dessa versão de produção para o próximo ano, então não sabemos quanto potencial elas terão, mas tem algumas coisas boas e eu estou ansioso pelo futuro”, declarou. “Entretanto, ainda tem muitas corridas neste ano e eu quero encerrar da melhor forma possível – espero sair com algo de que possa me orgulhar”, completou.

O vínculo de Hayden com a Ducati chega ao fim neste ano após cinco anos de parceria. A fábrica italiana optou por não renovar o contrato do norte-americano e contratou Cal Crutchlow para correr ao lado de Andrea Dovizioso na próxima temporada.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Caminho das Índias

A FIM (Federação Internacional de Motociclismo) anunciou nesta quarta-feira (14) o cancelamento da etapa da Índia do Mundial de Superbike. De acordo com a entidade, a suspensão da prova é resultado de “desafios operacionais” enfrentados pela Jaypee Sports International (JPSI) e pela Dorna, a promotora do campeonato. A etapa indiana estava marcada para o dia 17 de novembro no circuito de Buddh.

Ainda de acordo com a FIM, a JPSI, a federação local e o Clube dos Comissários Indianos (IMMC, na sigla em inglês), estão trabalhando juntos para garantir a realização da prova em 2015. Com o objetivo de preparar os comissários no quesito segurança, Buddh vai receber nos próximos dias 13 e 14 de setembro provas dos campeonatos nacionais de duas e quatro rodas.

Em janeiro de 2012, Lorenzo guiou uma Yamaha R15 no traçado indiano (Foto: Jaypee Group)
Vicky Chandhok, presidente da federação local e pai do ex-piloto de F1 Karun Chandhok, afirmou que o grupo Jaypee, que trabalha com a organização e promoção da prova, quer chegar a um acordo com a Dorna para garantir vaga no calendário.

“JPSI confirmou seu interesse em seguir em frente com a corrida no futuro”, afirmou Vicky. “Nós estamos ansiosos para que eles concluam as negociações com a Dorna para chegarmos a uma data conveniente e garantir à Índia o privilégio de receber uma etapa em um futuro próximo”, completou.

Com o cancelamento da etapa em Buddh, a temporada 2013 do Mundial de Superbike termina no dia 20 de outubro na Espanha, com o circuito de Jerez de la Frontera voltando a receber a categoria após 23 anos de ausência.

Os problemas com a prova indiana começaram ainda em janeiro, quando a FIM deve de alterar a programação por considerar que não havia tempo suficiente para treinar os comissários. Dificuldades na importação dos equipamentos, especialmente com as taxas alfandegárias cobradas pelo país, também dificultaram a introdução da prova no calendário.

O circuito de Buddh foi projetado por Hermann Tilke e é visto como um dos melhores traçados feitos pelo projetista.

A etapa da Superbike, aliás, não é a única a enfrentar problemas na Índia. Recentemente, Bernie Ecclestone, dirigente máximo da F1, confirmou que a etapa não vai integrar o calendário de 2014 do Mundial. O principal problema enfrentado pela F1 no país é o fato de o governo querer cobrar impostos sobre a premiação da corrida, o que desagrada os times do Mundial.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Fase decisiva

O Mundial de Motovelocidade volta às pistas neste domingo depois de uma pausa de três semanas – um pouco mais para Moto2 e Moto3. O GP de Indianápolis, décima etapa da temporada para a classe rainha, abre a segunda fase do campeonato, que tem cinco pilotos separados por 47 pontos.

O reinicio da temporada, aliás, acontece em um ritmo forte, com três provas em sequência: Indianápolis, República Tcheca e Inglaterra. Vice-líder do Mundial, Dani Pedrosa acredita que essas corridas vão começar a definir os rumos do campeonato.

Pedrosa tem 16 pontos a menos que Márquez na classificação do Mundial (Foto: Repsol)
“Até aqui, um pouco de tudo aconteceu nesta primeira metade da temporada”, escreveu o espanhol em seu blog. “As próximas três corridas, começando com Indianápolis, vão começar a definir para onde o campeonato está se encaminhando, porque, no momento, está muito igualado”, comentou.

Em uma entrevista recente divulgada pela Repsol, principal patrocinadora da Honda, Dani fez uma avaliação positiva da temporada até aqui, mas ponderou que precisa trabalhar em sua consistência.

“No geral, acho que o nível foi bom. Nós pilotamos bem, apesar de não termos sido perfeitos em todas as corridas e nós perdemos muitos pontos nos últimos três GPs”, lembrou, se referindo as etapas de Assen, Sachsenring e Laguna Seca. “Talvez o nosso ponto fraco tenha sido a consistência, mas nós estamos lutando pelo título. Na segunda parte da temporada, nós precisamos melhorar nisso para lutar pelo título”, continuou.

Questionado se veríamos o Pedrosa da segunda metade de 2012 de volta, Dani respondeu: “Espero que sim”. “Esperamos estar na melhor forma física para a segunda metade da temporada, que começa com três corridas seguidas. É importante estar fisicamente em forma para poder tirar o máximo dessas três semanas”, ponderou.

Pedrosa aproveitou o período de férias para se recuperar da fratura que sofreu na clavícula esquerda em um acidente na Alemanha. O piloto foi submetido a um último exame nesta terça-feira, mas ainda não divulgou detalhes sobre essa avaliação médica.

Perguntado, Pedrosa avaliou que será campeão mundial “se conseguir pilotar bem em todas as corridas e não cometer erros. O importante é manter um alto nível e seguir assim até o fim do ano. Isso pode dar o campeonato”, concluiu.

Mudanças

O Mundial de Superbike ganhou no início deste mês um novo pacote de regras. A FIM (Federação Internacional de Motociclismo), a Dorna, promotora do campeonato, e a MSMA, a associação dos fábricas, chegaram a um consenso para introduzir medidas que visam a redução nos custos da categoria.

Novas regras visam reduzir os custos do Mundial de Superbike (Foto: Superbike)
As mudanças que entram em vigor na próxima temporada são:

- Máximo de oito motores por piloto por temporada;

- Número limitado de relação de transmissão;

- Teto no preço dos freios;

- Teto no custo das suspensões.

Além disso, com a meta de assegurar um bom número de pilotos com equipamento competitivo no grid, a MSMA concordou em fornecer, sob demanda, um pacote completo com preço fixo para as temporadas de 2014, 2015 e 2016. O pacote será o mesmo utilizado pelas fabricantes e vai receber certas atualizações ao longo do ano.

Outra novidade para a temporada é a criação da EVO, uma subcategoria da divisão principal do Mundial de Superbike. Essa classe vai seguir o regulamento técnico da Superbike em termos de chassis, suspensão e componentes do freio. Em relação ao motor e eletrônica, entretanto, será seguido o regulamento da Superstock. O limite de preço para os freios e suspensões será o mesmo da categoria principal.

Mais detalhes sobre a EVO serão divulgados pela FIM no fim do mês.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Esporte família

A MotoGP confirmou nesta segunda-feira (12) que Luca Marini vai disputar a etapa de Misano da Moto3 como wild-card. O piloto da Twelve Racing, que é o segundo colocado no Campeonato Italiano de Velocidade (CIV), vai utilizar uma FTR Honda.

O GP de San Marino marcará a estreia de Marini no Mundial, mas o debute do jovem italiano já era bastante esperado. Luca é o irmão mais novo de Valentino Rossi e treina com multicampeão no Motor Ranch do piloto da Yamaha.

Marini vai fazer sua primeira prova no Mundial em Misano (Foto: Twelve Racing/ Facebook)
Na temporada 2013 do CIV, Marini tem um total de seis pódios e ocupa a segunda posição na classificação, mas ainda não conseguiu vencer. Com 150 pontos, Andrea Locatelli lidera a disputa na Itália, com 23 pontos a mais que Marini.

“É isso que está faltando nesta temporada, mas nós estamos confiantes de que poderemos estar na frente de todos os outros nas últimas duas corridas em Mugello. Ainda acredito em conquistar o título e, enquanto for matematicamente possível, vou continuar tentando”, garantiu o piloto de 16 anos ao site oficial da MotoGP. “Posso ir bem em Mugello. 23 pontos de margem é muito, mas tudo pode acontecer nas corridas de moto”, ponderou.

Com a confirmação de sua estreia no Mundial, Marini afirmou que não fica surpreso com a notícia, mas destacou que quer sair da pista um piloto melhor no domingo.

“Nós não estávamos certos sobre correr como wild-card em Misano, porque era vital que garantíssemos, ao menos, o segundo lugar no Campeonato Italiano, mas a oportunidade estava lá, então a notícia não me surpreende tanto”, falou. “Obviamente, eu estou feliz. Vou para a pista com a meta de trabalhar bem, crescer e me aproximar o máximo possível da frente. Quero ser um piloto melhor quando a corrida terminar na tarde de domingo”, continuou.

Perguntado se a disputa em Misano aumenta suas chances de garantir uma vaga no Mundial, Luca ponderou: “Se formos bem em Misano, isso definitivamente pode criar oportunidades no Mundial. No entanto, vai ser muito difícil, então agora é melhor colocar mais ênfase no Campeonato Italiano em Mugello e aí veremos”, disse.

“Se eu puder vencer o título, ficaria um pouco mais fácil mudar para o Mundial, em termos de garantir patrocínio e um bom time, mas primeiro você precisa ter sucesso”, frisou.

Luca também falou sobre seu relacionamento com Valentino. “Minha relação com Valentino é ótima e sempre foi. O que é claro é que, agora que eu sou mais velho, nós nos vemos mais. Nós nos vemos todos os dias e vamos para a academia juntos. A relação se aprofundou agora, mas, de qualquer forma, sempre foi muito boa”, ressaltou.

Questionado se vê o irmão lutando pelo título da MotoGP outra vez, Marini avaliou: “Eu não sei. Valentino pode lutar pelo título novamente no próximo ano, já que nesta temporada ele teve um pouco de azar em algumas corridas. Mas, de novo, se ele aumentar sua consistência e tiver um pouco de sorte, ele ainda pode conseguir”.

Por fim, o jovem piloto escolheu seu favorito ao título da MotoGP se Rossi não conquistá-lo: “Márquez. Ele é um cara legal, amigo do meu irmão e você vê que ele é capaz de fazer coisas realmente ótimas agora e no futuro”, completou.

Nos últimos dias a imprensa italiana noticiou que Valentino considera a possibilidade de formar seu próprio time para disputar o Mundial. O que parece certo, no entanto, é que o multicampeão vai passar a treinar jovens italianos usando a estrutura do Motor Ranch.

Marini e Rossi não serão os únicos familiares na etapa de San Marino, já que o Mundial de Motovelocidade também tem outros parentes. Os irmãos Pol e Aleix Espargaró, e Álex e Márc Márquez, e os primos Maverick e Isaac Viñales.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Pensando no futuro (2)

O motociclismo italiano recebeu uma grande notícia nesta semana. Lutando contra o recente domínio espanhol no Mundial de Motovelocidade, a Itália vê em um de seus maiores astros a chance de renascer das cinzas.

De acordo com o jornal italiano ‘La Gazzetta dello Sport’, Valentino Rossi está olhando para as próximas gerações e planeja usar o Motor Ranch para treinar jovens pilotos. Segundo o jornal, o multicampeão também está considerando a possibilidade de montar seu próprio time na Moto3.

Imprensa italiana diz que Rossi planeja montar centro de treinamento para jovens pilotos (Foto: Yamaha)
O jornal afirma, ainda, que Rossi conta com o apoio da Federação de Motociclismo da Itália (FMI) e da Dorna, a promotora do Mundial, e já encomendou duas KTM para colocar nas mãos de Romano Fenati e Niccolò Antonelli.

Falando ao site italiano ‘GPOne’, entretanto, a mãe de Fenati, Sabrina, afirmou que não sabe nada a respeito e ao conversar com um dos amigos de Valentino, Alberto Tebaldi, teve a confirmação de que não tem nada definido.

Fenati e Antonelli são presenças frequentes no rancho do italiano, assim como Nicolò Bulega, Franco Morbidelli e Luca Marini – o irmão mais novo de Rossi.

Segundo o site italiano, a ideia da escola está mais próxima de se tornar realidade, já que Rossi também contaria com o apoio do pai, Graziano. O time, entretanto, parece ser coisa para o futuro.

De volta

Casey Stoner completou na última quarta-feira (7) uma bateria de dois dias de testes no circuito de Motegi. Nove meses após a aposentadoria, o australiano voltou a subir na RC213V a convite da Honda.

O primeiro dia de atividades no Japão foi atrapalhado pela chuva, mas o bicampeão conseguiu completar 47 voltas no circuito japonês na última quarta. Na parte da manhã, Stoner testou algumas atualizações no protótipo de 2013 e durante a tarde experimentou a versão de 2014 da moto, a mesma que foi testada por Dani Pedrosa e Marc Márquez em Aragón.

Stoner testou versões de 2013 e de 2014 da RC213V (Foto: Honda)
Apesar de ter voltado a assumir o comando da RCV, Stoner garantiu que não planeja disputar nenhuma prova da MotoGP nesta temporada. Alguns rumores indicavam que ele poderia correr como wild-card em Motegi ou em Phillip Island.

“Foi ótimo ver o time, mesmo com poucas pessoas aqui, e eu agradeço a Honda por todo seu apoio, como sempre”, declarou Casey. “Me senti muito bem em voltar para a moto após nove meses e estou feliz com como o teste correu, mas isso não muda a minha cabeça sobre wild-cards – não é algo que eu estou planejando”, assegurou.

Mesmo sem correr, Stoner deve voltar a testar com a HRC em breve, já que a marca nipônica quer que ele teste a versão de produção da RC213V.

Para quem ficou com saudades de ver Stoner em ação, a Honda preparou este vídeo:

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Baja 1000

Aos 39 anos, Colin Edwards vai em busca de uma experiência diferente. O piloto da Forward anunciou no início desta semana que vai disputar o Baja 1000, um famoso rali mexicano que chega a sua 46ª edição. A prova acontece entre os dias 14 e 17 de novembro.

A disputa, que permite veículos de vários tamanhos e todos rodando no mesmo percurso, é reconhecida por sua dificuldade. No ano passado, por exemplo, apenas 174 dos 298 inscritos conseguiram completar a corrida.

Colin vai disputar o rali Baja 1000 (Foto: Bridgestone)
A participação no rali mexicano é um sonho antigo de Colin e de Mike Meyers, diretor do ‘Texas Tornado Boot Camp’, o centro de pilotagem do piloto norte-americano. Joe Prussiano, Merle Scherb, Steven Bodak e Shea Founchek – todos integrantes do ‘Boot Camp’ – viajarão com a dupla para ajudar e acompanhar a aventura.

O piloto, que ainda está buscando patrocinadores para a prova, contará com o apoio do braço norte-americano da Yamaha e correrá com uma WR-450.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Pensando no futuro

Aos 34 anos, Valentino Rossi já começou a pensar em seu futuro. Falando à publicação alemã ‘SpeedWeek’, o piloto italiano afirmou que planeja seguir com a Yamaha na MotoGP até o fim de 2016 e aí vai pendurar o macacão e formar uma família.

“Quero correr com a Yamaha na MotoGP até 2016. Aí talvez mudar para as quatro rodas e formar uma família”, declarou o italiano. “Quero continuar competitivo com a Yamaha. Quero permanecer em um nível em que eu possa lutar pelo pódio e pela vitória, assim como aconteceu na corrida de Assen. Depois da temporada de 2014, quero assinar outro contrato de dois anos com a Yamaha: até o fim de 2016, se a Yamaha concordar, e no time oficial”, explicou.

Rossi afirmou que DTM ou 24 Horas de Le Mans são suas opções para o futuro (Foto: Yamaha)
Em 2016, Rossi terá 37 anos, mas a idade não preocupa o italiano. “É a idade do piloto mais velho que venceu na MotoGP. Não me lembro quem foi, mas sei que ele tinha 37 anos”, comentou. O piloto em questão é Troy Bayliss, que triunfou em 2006.

Se conseguir seguir correndo até lá, Valentino terá a chance de bater o recorde de vitórias de Giacomo Agostini. “Tenho 106 vitórias na MotoGP. Agostini tem 122. A liderança é o objetivo? É muito difícil... Preciso de mais um par de vitórias para assustar Ago...”, brincou.

Quando deixar o Mundial de Motovelocidade, Rossi pretende dar um novo rumo à carreira, mas, embora seja um apaixonado pela modalidade, não pretende competir em provas de rali.

“Ficarei feliz se der certo, mas não se trata de competir no mesmo nível do Mundial: GT, DTM, rali ou algo assim”, citou. “Rali é perigoso? É, eu prefiro correr na pista. Além disso, no rali você também é responsável pelo navegador”, ressaltou.

“Então é melhor o DTM ou as 24 Horas de Le Mans. Esse pode ser o meu futuro, mas só por diversão e não com o mesmo comprometimento que a MotoGP exige”, continuou.

O italiano também pensa em formar uma família. “Não tenho pressa, quero as coisas no meu tempo”, contou. “Enquanto estiver na MotoGP, quero me concentrar 200% no meu trabalho. Se não for assim, não faz sentido. Quero ter filhos, claro. Mas tenho de encontrar a mulher certa”, completou.

domingo, 4 de agosto de 2013

My first licence

O Mundial de Superbike desembarcou em Silverstone neste fim de semana para a nona etapa da temporada 2013. Antes de iniciar os trabalhos na pista, Jonathan Rea e Leon Haslam foram até a sede europeia da Honda para participar de uma iniciativa chamada ‘My first licence’.

A fábrica nipônica pediu que seus funcionários levassem os filhos para participarem do evento, que promove o primeiro contato de crianças entre cinco e 11 anos com motos de verdade.

Rea e Haslam ganharam um presente do time neste fim de semana (Foto: Honda)
A Honda montou uma pequena pista no estacionamento e os jovens ‘pilotos’ foram orientados por Rea e Haslam. Além da criançada, os adultos também puderam se divertir no evento. No ‘Power of Lean’, os participantes experimentaram a sensação dos pilotos nas curvas.

Falando em crianças, a Honda também deu um presente especial para Jonathan e Leon neste fim de semana. Os dois pilotos serão pais nos próximos meses e ganharam do time um carrinho personalizado para seus bebês.

Os últimos dias, aliás, foram bastante agitados para Johnny e Leon, que disputaram as tradicionais 8 Horas de Suzuka. Haslam venceu a disputa no Japão em parceria com Michael van der Mark e Takumi Takahashi, enquanto Rea abandonou a prova após seu parceiro Ryuichi Kiyonari sofrer um forte acidente com duas horas para o fim da corrida.