segunda-feira, 14 de julho de 2014

Esquentadinho

Bryan Schouten foi um dos protagonistas do GP da Alemanha de Moto3, disputado no último domingo em Sachsenring. Só que pelos motivos errados.

Na segunda volta da disputa, Scott Deroue tentou ultrapassar Luca Grünwald na curva um, mas tocou o germânico, que saiu da trajetória. O piloto da RW, por sua vez, caiu e acabou levando Schouten junto.

Os dois escaparam ilesos do acidente, mas germânico da CIP decidiu partir para cima de Deroue, ainda na área de escape do circuito. A briga só terminou com os fiscais da pista separando os dois.

“Por conta de uma aposta errada que fiz na classificação, estava mais atrás do grid do que deveria”, explicou Scott. “Fiz uma boa largada e fui abrindo caminho. Na confusão, cometi um erro. Lamento muito por Luca e Bryan e peço desculpas aos dois”, completou.

Por conta da confusão, Schouten foi punido pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo) e levou dois pontos em sua carteira como punição.

Além de divulgar o pedido de desculpas de Deroue, a RW também divulgou várias fotos da briga. Se esse negócio de motovelocidade não der certo, acho que o Schouten também não vai ter muito sucesso no UFC...

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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Yamaha + Yamaha

A Yamaha Corporation anunciou nesta sexta-feira (11) que se tornou uma patrocinadora oficial do time de fábrica da Yamaha na MotoGP.

http://high-side.blogspot.com.br/2013/11/a-obra-prima-de-valentino-rossi.html Livro com história de Rossi na Yamaha é lançado no Brasil

Yamaha fornece fones de ouvido para o time da MotoGP (Foto: Yamaha)
Também conhecida como Instruments, a Yamaha Corporation é a empresa fundada por Torakusu Yamaha em 1887, responsável pela fabricação de instrumentos musicais, que, só em 1955, já pelas mãos de Genichi Kawakami, deu origem a Motors.

Embora anunciado apenas nesta sexta, o patrocínio da ‘mãe’ para a ‘filha’, começou já no GP da Espanha deste ano, disputado em Jerez de la Frontera em maio passado, quando a Yamaha começou a fornecer fones de ouvido para o time de Valentino Rossi e Jorge Lorenzo.

O HPH-PRO 500 começou a ser fornecido no GP da Espanha (Foto: Yamaha)
A Yamaha, maior fabricante de instrumentos musicais do mundo, fornece ao time da MotoGP o modelo HPH-PRO500, o top de linha da série PRO, que busca inspiração no melhor dos mundos dos instrumentos musicais e das motocicletas.

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Últimos preparativos

A Suzuki segue trabalhando para voltar à MotoGP na temporada 2015. Visitando o Mundial em Sachsenring, Davide Brivio, chefe da equipe, revelou que além de alguns testes previstos para os próximos meses, a fábrica nipônica também considera a possibilidade de disputar o GP da Comunidade Valenciana, última prova deste ano, como wild-card.

Randy de Puniet vem trabalhando no desenvolvimento do protótipo da MotoGP (Foto: Suzuki)
“Nós vamos ter mais alguns testes na segunda metade da temporada. Nós vamos para Mugello, para Aragón e aí para Valência e agora tem a ideia de participar da última corrida como wild-card”, contou. “Nós estamos discutindo isso internamente, estamos nos preparando para isso, mas estamos esperando a confirmação final da nossa direção para estar ou não lá”, continuou.

Brivio afirmou que a Suzuki ainda não definiu quem serão seus pilotos em 2015, mas revelou o plano de colocar Randy de Puniet, atual piloto de testes do time, para disputar a prova de Valência.

Brivio aguarda liberação da Suzuki para confirmar participação no GP de Valência (Foto: Suzuki)
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“De qualquer forma, nós vamos testar lá com os nossos pilotos de 2015, apesar de ainda não sabermos quem são eles”, comentou. “Então faz sentido correr lá durante o fim de semana e será um presente para Randy de Puniet, que está fazendo um bom trabalho para nós durante esses dois anos”, elogiou.

“Podemos permitir que ele participe da corrida e aí será a preparação para o teste depois da corrida. Mas, como eu disse, estamos esperando a confirmação final”, encerrou.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ano zero

Valentino Rossi desembarca em Sachsenring embalado pela renovação de contrato com a Yamaha. Depois de considerar deixar a MotoGP após o fim desta temporada, o italiano conseguiu atingir a meta de melhorar seu desempenho, o que lhe rendeu um novo vínculo de dois anos com Iwata.

Nesta quinta-feira (10), Rossi participou de uma coletiva de imprensa em Sachsenring, palco do GP da Alemanha deste fim de semana, e explicou que desejava um acordo que o garantisse até 2016 no Mundial, uma vez que quer experimentar a nova geração de protótipos da classe rainha.

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Rossi participou de coletiva em Sachsenring nesta quinta (Foto: Divulgação/MotoGP)
Em 2016, os pneus Bridgestone darão lugar aos compostos fabricados pela Michelin. Além disso, será introduzida uma ECU única, forçando todos os times a utilizarem software e hardware padrão.

“Eu realmente queria dois anos, pois quero provar as motos de 2016”, explicou. “Acho que a MotoGP vai mudar muito depois do próximo ano, pois duas coisas cruciais, que são a eletrônica e os pneus, serão diferentes, então talvez seja outro estilo de pilotagem, outra maneira de controlar a moto. É como um ‘ano zero’”, concluiu Rossi.

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nina Prinz

O GP da Alemanha de Moto2 vai contar com a presença de uma mulher no grid. A alemã Nina Prinz será wild-card pela QMMF na prova de Sachsenring.

Prinz, de 31 anos, já defendeu o time da Federação de Motociclismo do Catar no campeonato nacional de Superbike e fará sua estreia no Mundial.

Nina Prinz será wild-card na Moto2 em Sachsenring (Foto: Divulgação)
“Estou mais do que feliz com esta oportunidade”, declarou Nina. “Meu sonho sempre foi pilotar no Mundial – e agora isso se torna realidade na Alemanha e na frente de fãs fantásticos aqui em Sachsenring. Ainda não assimilei isso”, concluiu.

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Salário

O contrato de Jorge Lorenzo com a Yamaha chega ao fim na temporada 2014 da MotoGP, mas o espanhol ainda não chegou a um acordo com a casa de Iwata para renovar seu vínculo com o time.

Em Assen para a disputa do GP da Holanda, o bicampeão da MotoGP admitiu em entrevista ao site oficial da categoria que a questão salarial era o maior entrave na negociação com a marca dos três diapasões.

Lorenzo contou que não recebeu nenhuma proposta da Honda (Foto: Yamaha)
Ao jornalista Manuel Pecino, da revista espanhola ‘Solo Moto’, Lorenzo deu mais detalhes sobre a situação e afirmou que a Yamaha aproveita sua má fase para lhe fazer uma proposta salarial abaixo do esperado. Após as primeiras oito provas de 2014, Lorenzo tem a quinta posição no Mundial de Pilotos, 119 pontos atrás do líder Marc Márquez.

“O melhor cenário para mim seria terminar a minha carreira esportiva com a Yamaha, sem mudar de equipe”, ponderou. “Os resultados ruins deste início de ano afetam um pouco... por parte da Yamaha”, relatou.

“Recorrem aos meus maus resultados na hora de me fazerem uma proposta, mas acho que deveriam levar em conta a minha trajetória”, opinou. “Meu potencial como piloto foi visto nos últimos cinco anos, quando terminei em primeiro, segundo, primeiro, segundo... Isto mostra o que eu posso alcançar quando me sinto confortável na moto”, defendeu Lorenzo, que também contou não ter recebido nenhuma proposta da Honda.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Newey

Ao que tudo indica, o mundo da F1 se rendeu aos encantos da MotoGP. Depois de Lewis Hamilton e Fernando Alonso elogiarem o Mundial de Motovelocidade, chegou a vez de Adrian Newey, projetista da Red Bull, enaltecer a categoria equivalente.

Em entrevista ao periódico inglês ‘The Telegraph’, Newey fez uma comparação entre o espetáculo produzido pelos pilotos da MotoGP e as corridas da F1.

Newey afirmou que pilotos da MotoGP são sobre-humanos (Foto: GEPA Pictures/Red Bull)
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“Se você assiste um esporte – não importa qual seja ele – você quer sair com a sensação de que aqueles caras são especiais”, avaliou. “Se você assiste a MotoGP, você pensa que aqueles caras são simplesmente sobre-humanos. Você simplesmente não consegue isso com a atual geração de carros da F1”, resumiu.

Nos últimos anos, os carros projetados por Newey dominaram a F1, com Sebastian Vettel conquistando o Mundial de Pilotos quatro vezes seguidas. Na temporada atual, entretanto, a Red Bull enfrenta dificuldades com o motor V6 turbo fabricado pela Renault e aparece na segunda colocação na disputa entre os fabricantes, 158 pontos atrás da Mercedes.

Insatisfeito com os rumos da F1, Newey renovou seu contrato com o time dos energéticos, mas vai passar a se dedicar a outros projetos da marca austríaca, atuando apenas como consultor nos bólidos da F1.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

É um problema

A renovação do contrato de Valentino Rossi com a Yamaha por mais duas temporadas não foi a melhor das notícias para Pol Espargaró. Recém-chegado à MotoGP, o catalão torcia pela chance de conquistar uma vaga no time de fábrica.

Na quarta-feira (2), Pol esteve em Madri para participar do lançamento de uma linha de óculos que leva seu nome e falou ao diário ‘Marca’ sobre os efeitos da renovação do contrato do multicampeão.

Espargaró reconheceu que renovação de Rossi é um problema em seu projeto de chegar ao time de fábrica (Foto: Yamaha)
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“Para nós não é bom, porque, no fim, todos os pilotos que sobem querem chegar onde Vale está, nas motos oficiais. Do contrário, é quase impossível lutar para vencer corridas”, comentou o mais novo dos Espargaró. “Valentino renovou. Ele estará muito feliz, mas para nós é um problema, porque subimos com muita vontade, tenho muita vontade de ir bem. Mas, para isso, é preciso a ferramenta”, defendeu.

“Veja Marc [Márquez], confiaram nele na Honda e olha os resultados que ele está conquistando”, citou. “Continuarem renovando com pilotos com mais experiência faz com que os que chegam tenham menos oportunidades de ganhar”, ponderou.

Mesmo vendo a renovação de Rossi como um obstáculo para concluir sua meta de chegar a uma equipe de fábrica, Espargaró reconheceu que a permanência do italiano no time já era esperada. “É lógico que renovem com Vale, é um grande piloto e está somando bons resultados neste ano”.

Até aqui, Lorenzo ainda não renovou seu contrato com a Yamaha, mas mesmo encontrando dificuldades para chegar a um acordo financeiro com a marca dos três diapasões, não deve se afastar da YZR-M1. Assim, Pol fica um pouco mais longe da equipe oficial.

“Nunca se sabe. Nós estamos muito bem, mas você sempre quer uma moto oficial. Sempre quer um pouquinho mais. Isso nos freia um pouco, ainda mais com o contrato que tínhamos, de que se tivesse uma vaga, nós iríamos para esta moto”, explicou. “Mas, no final, tudo tem que ser conquistado. Nós estamos tentando ganhar o lugar, mas é muito difícil”, admitiu.

“Tanto Valentino, como Jorge estão indo muito bem e é evidente que eles estão na minha frente. Se decidem renovar, nós temos que esperar”, concluiu.

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Mais dois anos

A Yamaha anunciou nesta quarta-feira (2) a renovação do contrato de Valentino Rossi por mais duas temporadas. Com o novo acordo, o multicampeão garantiu sua presença na MotoGP até 2016.

No último fim de semana, em Assen, Rossi já havia dito que restavam apenas alguns detalhes para que o novo acerto fosse concluído. O italiano nunca escondeu o desejo de ampliar sua ligação com a marca dos três diapasões.

Já tricampeão, Rossi chegou à Yamaha em 2004 e conquistou junto com o time seus outros quatro títulos na classe rainha do Mundial de Motovelocidade. A aventura terminou sete anos depois, quando o piloto aceitou encarar um desafio completamente italiano.

Rossi renovou contrato com a Yamaha por mais dois anos (Foto: Yamaha)
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A passagem pela Ducati, entretanto, não deu os frutos desejados. Depois de dois anos acumulando resultados decepcionantes, Valentino optou por fazer o caminho inverso e voltou para a Yamaha com um contrato de dois anos.

Embora tenha conseguido encerrar o jejum de vitórias em 2013, a temporada passada ficou aquém da expectativa do italiano, que se comprometeu a reavaliar sua situação antes de decidir seus próximos passos.

2014, porém, se mostrou um ano bastante melhor. Depois de oito etapas, Rossi ocupa a segunda colocação no Mundial de Pilotos, 72 pontos atrás de Marc Márquez, que ainda não foi batido nesta temporada.

“Estou muito feliz em anunciar que assinei um novo contrato com a Yamaha para continuarmos juntos na MotoGP pelos próximos dois anos”, começou Valentino. “Estou muito orgulhoso deste anúncio. Isso é muito importante para mim, pois eu realmente gosto de trabalhar com a minha equipe e todos os caras do time, tanto os membros japoneses como os europeus, que estiveram comigo durante quase toda a minha carreira”, continuou.

“Isto é ótimo, pois era a minha meta. Eu queria continuar, me sinto bem e motivado para continuar dando o meu melhor”, ressaltou. “Estou muito feliz em poder continuar pilotando a minha YZR-M1, que tem sido o meu amor há muitos anos e ainda será o meu amor nesta e nas próximas duas temporadas”, seguiu.

“Um grande obrigado a todos. Vou tentar continuar dando o meu máximo para chegar na frente e fazer boas corridas. Aproveitem”, completou Valentino.

Rossi vem apresentando um desempenho melhor na temporada 2014 (Foto: Yamaha)
Diretor da Yamaha, Lin Jarvis também celebrou a permanência de Rossi em Iwata e afirmou que a meta é que o multicampeão encerre sua carreira a bordo da YZR-M1 e siga ligado à marca nipônica depois disso.

“Eu estou muito feliz por termos com concluído o acordo com Valentino para 2015 e 2016. A volta dele para a Yamaha, em 2013, tem sido uma experiência muito positiva para todos os envolvidos”, avaliou Jarvis. “Depois de dois anos difíceis ‘longe de casa’, Valentino voltou no ano passado, não só para nós, mas para sua amada YZR-M1”, continuou.

“Os fãs de corrida ao redor do mundo ficaram felizes em vê-lo redescobrir sua performance competitiva e em testemunhá-lo recuperar o prazer em pilotar e se divertir outra vez em duas rodas”, comentou. “O ‘fator diversão’ é crucial para Valentino conquistar resultados – na verdade, quando ele se juntou a nós pela primeira vez em 2004, uma das mais importantes motivações para a mudança dele para a Yamaha era a vontade de criar um ambiente onde ele pudesse curtir as corridas”, recordou.

“O prazer dele é óbvio para todos que o encontram em eventos da MotoGP ou para aqueles que o assistem pela TV, e está refletido em seus excelentes resultados nas corridas deste ano, onde atualmente ele tem a segunda colocação no Mundial”, seguiu. “Nós estamos ansiosos pelos próximos dois anos e meio juntos e é a nossa intenção que Valentino fique com a Yamaha até o fim de sua carreira esportiva e depois disso”, encerrou Jarvis.

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terça-feira, 1 de julho de 2014

Inscrições abertas

A Red Bull Rookies Cup, categoria de acesso ao Mundial de Motovelocidade, abriu inscrições para o processo seletivo que vai formar o grid da categoria em 2015. O certame é um dos principais fornecedores de talentos para a Moto3 e revelou, entre outros pilotos, Jack Miller, atual líder da classe inicial do Mundial.

Red Bull Rookies Cup é uma porta de entrada para o Mundial de Motovelocidade (Foto: GEPA Pictures)
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Podem participar do processo seletivo adolescentes nascidos entre 1 de janeiro de 1998 e 31 de março de 2002, que tenham experiência com motociclismo de alta performance. O período de inscrições vai até 5 de setembro de 2014.

A primeira etapa do processo seletivo consiste no preenchimento de um formulário no site: http://www.redbullrookiescup.com/selection.