sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Prioridade

Aleix Espargaró ainda não definiu seu futuro na MotoGP. Com atuações de destaque na temporada 2014, o catalão recebeu algumas ofertas para o próximo ano, mas agora trabalha com uma única opção: Suzuki.

Falando aos jornalistas na última quinta-feira (7) em Indianápolis, Aleix afirmou que sua prioridade é garantir uma vaga no time de fábrica da marca nipônica, que vai voltar ao Mundial no próximo ano, mas ressaltou que nada está definido.

Aleix espera se acertar com a Suzuki nas próximas semanas (Foto: Divulgação/MotoGP)
“Todos sabem que a minha prioridade é me juntar à Suzuki no próximo ano, mas nada está definido ainda”, falou. “Espero que isso esteja feito nas próximas semanas”, comentou.

“Antes da Alemanha, nós tínhamos algumas boas opções e nós decidimos pensar nessas opções durante as férias de verão”, explicou. “Na semana passada nós decidimos apenas continuar trabalhando com a Suzuki”, completou.

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Brickyard

Os responsáveis pela pista de Indianápolis apresentaram na última quarta-feira (6) o troféu que será entregue ao vencedor do GP deste fim de semana.

Troféu de Indianápolis ganhou um novo layout para 2014 (Foto: Facebook/Indianápolis)
Quem será que leva?

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Update

Palco da décima etapa da temporada 2014 do Mundial de Motovelocidade, o circuito de Indianápolis se apresenta remodelado neste ano. Depois de muitas reclamações ao longo dos últimos anos, os responsáveis pela pista de Indiana concordaram em fazer algumas modificações no circuito misto para atender os padrões estabelecidos pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo).

Além de recapear todo o circuito para eliminar as diferenças de asfalto, também foram realizadas pequenas modificações nas curvas 3, 4, 7, 15 e 16, resultado em uma diminuição no tamanho da pista, que passou a ter 4.170 metros.

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A linha escura indica as mudanças feitas em Indianápolis (Foto: Avintia/Twitter)
O trecho entre as curvas 1 e 4, por exemplo, foi redesenhado para ganhar uma característica mais fluida levando para um hairpin menos apertado na curva 4. A sequência final das curvas 14, 15 e 16 também foi alterada, para tornar as mudanças de direção menos extremas.

Na última quinta-feira (7), durante uma coletiva de imprensa em Indianápolis, Valentino Rossi fez uma rápida avaliação das modificações feitas na pista.

“Pessoalmente, não era uma das melhores pistas da temporada. Mais do que o layout, o problema era a qualidade do asfalto”, explicou. “Tinha muita ondulação e não tinha muita aderência”, continuou.

“Eles mudaram algumas curvas e, especialmente, colocaram uma nova superfície. Parece bom e os caras da Comissão de Segurança disseram que eles fizeram um bom trabalho”, contou. “Acho que as melhorias são bem grandes, muitas ondulações parecem ter desaparecido e a nova superfície parece bem melhor”, opinou.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Indiana Pacers

Como tradicionalmente acontece às quintas-feiras em fins de semana de corrida, um grupo de pilotos do Mundial de Motovelocidade se reuniu para conhecer um atrativo da cultura local.

Pedrosa, Lorenzo, Salom, Kallio, Edwards e Hayden visitaram a casa do Indiana Pacers (Foto: Divulgação/MotoGP)
Correndo em Indianápolis neste fim de semana, Jorge Lorenzo, Nicky Hayden, Dani Pedrosa, Colin Edwards, Mika Kallio e Luis Salom fizeram uma visita ao Indiana Pacers, o time local da NBA. Durante a visita, os pilotos tiveram a chance de mostrar suas habilidades com uma bola de basquete.

Fora do GP de Indianápolis por conta de uma cirurgia recente, Hayden brincou que esteve na casa do Pacers em busca de uma vaga no time. Recentemente, a equipe de Indiana perdeu o ala-pivô Paul George, que sofreu uma grave lesão na perna direita – similar àquela sofrida por Anderson Silva – durante um jogo-treino da seleção dos Estados Unidos, em Las Vegas, no último dia 1.

Indianápolis recebe a décima etapa do Mundial de Motovelocidade (Foto: Divulgação/MotoGP)
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Além do grupo que foi à casa dos Pacers, Álvaro Bautista também foi conhecer um atrativo local em Indianápolis. O piloto da Gresini foi à sede da Andretti, time que venceu a edição de 2014 das 500 Milhas de Indianápolis com Ryan Hunter-Reay.

Decisão rápida

Dias após o anúncio de sua transferência para Ducati, Cal Crutchlow esteve frente a frente com os jornalistas nesta quinta-feira (7). Na sala de imprensa de Indianápolis, o britânico explicou sua mudança para a LCR e justificou o motivo de sua saída de Borgo Panigale ter sido confirmada poucos dias após o time italiano anunciar que o piloto seguiria na escuderia em 2015.

De acordo com Crutchlow, a proposta da LCR chegou após a confirmação de sua permanência na Ducati e, como resultado, acarretou em uma mudança de planos.

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Crutchlow explicou que proposta da LCR chegou após anúncio da Ducati (Foto: Ducati)
Nas oito corridas que disputou até este ponto da temporada 2014 – Crutchlow não correu na Argentina por conta de uma lesão –, o piloto somou apenas 28 pontos, 197 a menos que Marc Márquez, líder do Mundial.

“A proposta veio no fim do mês, depois que nós dissemos na World Ducati Week que eu iria ficar”, explicou Crutchlow. “A proposta chegou e nós mutuamente concordamos que eu sairia no fim da temporada”, continuou.

“Obviamente, eu ainda tenho que correr pela Ducati até o fim do ano e vou dar 100% por eles. Estou ansioso pela temporada que tenho pela frente e também pelo próximo ano com a LCR”, declarou. “Aconteceu rapidamente, mas as corridas são assim. Um acordo amigável foi feito com a Ducati para eu sair e estou feliz com a decisão que tomei”, ressaltou.

Pressionado pelos jornalistas sobre o que motivou sua decisão de sair da Ducati, Crutchlow se recusou a fazer maiores comentários.

“Depois do Ducati World Week, nós concordamos mutuamente com a minha saída e acabou. Os detalhes são entre a Ducati e eu, e nós estamos felizes. Então não vou explicar mais isso”, sentenciou.

Andretti

A MotoGP desembarcou em Indianápolis nesta semana para a disputa da décima etapa da temporada 2014. Antes do início dos trabalhos no lendário autódromo de Indiana, Álvaro Bautista aproveitou a quinta-feira (7) para fazer uma visita à sede da Andretti, equipe que venceu as 500 Milhas de Indianápolis neste ano com Ryan Hunter-Reay.

Bautista aproveitou passagem por Indianápolis para conhecer sede da Andretti (Foto: Gresini)
Palco da prova deste fim de semana, Indianápolis é muito mais conhecida pelas etapas da Indy, especialmente as 500 Milhas, mas, curiosamente, o primeiro evento a motor realizado no circuito oval foi uma corrida de moto, disputada em 14 de agosto de 1909.
Acompanhado por Zach Veach, piloto da Andretti na Indy Lights, Bautista teve a chance de conhecer o método de trabalho da categoria norte-americana e ainda tentou entrar no cockpit de um dos carros do time.

Bautista contou que tentou entrar em um cockpit, mas teve problemas (Foto: Gresini)
“Tive a oportunidade de ver em primeira mão como um time da Indy trabalha e foi muito interessante, uma grande experiência”, resumiu o piloto da Gresini. “Não conhecia este tipo de carro e pude ver o alto nível de tecnologia: a Indy é a categoria de monopostos mais importante dos Estados Unidos e eu notei muitas semelhanças com o nosso mundo. Nada é deixado ao acaso, assim como na MotoGP”, comparou.

“Eu também tentei entrar no cockpit de um carro, mas tive problemas, pois o espaço é muito limitado!”, contou. “Correr com essas máquinas em velocidades acima de 370 km/h no circuito de Indianápolis, com os muros tão próximos, é loucura... então eu tenho um grande respeito pelos pilotos da Indy. A Andretti também venceu as 500 Milhas deste ano, então espero que isso nos traga sorte para o fim de semana!”, completou.

Zach Veach acompanhou o tour de Bautista (Foto: Gresini)
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Piloto da Gresini viu semelhanças entre Indy e MotoGP (Foto: Gresini)

Ele fica

Demorou, mas Jorge Lorenzo chegou a um acordo com a Yamaha. Nesta quinta-feira (7), a casa de Iwata anunciou que o piloto assinou um novo contrato e, assim, segue com o time, pelo menos, até o final de 2016.

Ao contrário do que aconteceu dois anos atrás, quando Jorge recebeu uma proposta da Honda, desta vez foi o dinheiro da Ducati que apareceu para tentar o espanhol. Entretanto, o tetracampeão do Mundial de Motovelocidade decidiu que não era hora de se arriscar em um projeto de recuperação e optou por seguir com a YZR-M1.

Lorenzo vai vestir as cores da Yamaha em 2015 e 2016 (Foto: Yamaha)
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A renovação do contrato de Lorenzo não é nenhuma surpresa, já que o próprio bicampeão já tinha manifestado anteriormente o interesse em encerrar sua carreira com a marca japonesa. Além disso, Albert Valera, empresário do piloto, também já tinha declarado que a permanência do espanhol no time era praticamente certa.

Ainda assim, a questão salarial apareceu como maior entrave durante a negociação de Lorenzo com os japoneses. Longe da performance que apresentou nos anos anteriores, Jorge chegou a declarar que a Yamaha se valia de seus resultados negativos de 2014 na hora de lhe fazer uma proposta.

“Estou muito feliz por finalmente poder fazer este anúncio. É um alívio agora poder focar completamente no restante da temporada 2014 com a consciência de que a nossa relação vai continuar nas próximas duas temporadas”, declarou. “Sempre foi o meu desejo continuar a minha carreira com a Yamaha. Eu fortemente acredito que podemos lutar por um terceiro título juntos”, continuou.

“Esta temporada tem sido muito desafiadora depois de um início difícil, entretanto, nós vamos continuar a encarar corrida após corrida, dando 100% até Valência”, garantiu.

Com a confirmação de Lorenzo, a Yamaha completa seu line-up para 2015 e 2016, uma vez que já tinha anunciado a renovação do vínculo de Valentino Rossi, também por dois anos.

Desta forma, entre os times de fábrica que já estão confirmados no grid de 2015 da MotoGP, apenas a Suzuki ainda não anunciou quem serão seus representantes. De acordo com a imprensa espanhola, Aleix Espargaró e Maverick Viñales são os principais candidatos.

Confira o grid provisório da MotoGP para 2015:

1.     Imprensa espanhola dá como certo o acordo entre Suzuki e Aleix Espargaró e Maverick Viñales.
2.    Yonny Hernández aparece como favorito a manter a vaga na Pramac.
3.    Scott Redding deve assumir a RC213V de Álvaro Bautista na Gresini e abrir uma vaga no time com a RCV1000R.
4.    A Forward segue com uma lista grande de candidatos, onde figuram nomes como Dominique Aegerter e Simone Corsi.
5.    O time de Broc Parkes e Michael Laverty ainda não revelou seus planos para 2015.
6.    O time de Danilo Petrucci ainda não revelou seus planos para a próxima temporada, mas pode se tornar o time de fábrica da Aprilia.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Top Gun

Pouco antes da passagem da MotoGP pela Alemanha, Marc Márquez e Dani Pedrosa foram até a Áustria a convite da Red Bull para conhecer a pequena cidade de Salzburg. A visita, claro, resultou em um vídeo onde a dupla, acostumada à velocidade da RC213V, está sempre em busca de mais rapidez.

Depois de passarem por vários tipos de transporte, a dupla foi levada ao Hangar-7, no aeroporto de Salzburg, onde a Red Bull mantém a coleção The Flying Bulls, composta por aviões históricos que compõem o time de acrobacias aéreas da marca dos energéticos.

Márquez e Pedrosa se tornaram passageiros em um antigo avião de combate na Áustria (Foto: Red Bull Photo Files)
Uma vez que Marc e Dani estavam em busca de mais velocidade, os dois se tornaram passageiros no Alpha Jet, um avião de combate que começou a voar em 1973 e foi utilizado por exércitos de França, Canadá, Portugal, Reino Unido, Marrocos, Egito e Alemanha.

Os Alpha Jet, que foram comprados pela Red Bull das forças armadas alemãs, podem alcançar uma altitude de 13.700 metros, com a velocidade chegando aos 1.000 km/h, cerca de três vezes mais rápido que a RC213V usada pela dupla na MotoGP.

Ao fim do passeio, a esquadra espanhola da Red Bull ganhou o reforço de Carlos Sainz, que apareceu para conduzir Márquez e Pedrosa para fora do aeroporto de Salzburg.

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Forward

A Forward anunciou nesta quarta-feira (6) a contratação de Stefan Bradl para a temporada 2015 da MotoGP. Depois de três anos com a RC213V da LCR, o germânico vai guiar uma Yamaha na configuração Open no próximo ano.

Giovanni Cuzari, chefe da Forward, celebrou a contratação do germânico e avaliou que o piloto de 24 anos vai se adaptar bem ao pacote do time no próximo ano.

Bradl foi confirmado pela Forward nesta quarta-feira (Foto: GEPA Pictures/Red Bull)
“É com grande prazer que recebemos Stefan Bradl no nosso time”, declarou Cuzari. “Acreditamos que Stefan é um piloto forte, que o nosso pacote vai se adaptar ao estilo de pilotagem dele muito bem e estamos ansiosos para começar essa nova cooperação”, continuou.

“Além disso, a Alemanha representa um mercado importante e importante ter um piloto germânico forte no nosso line-up”, completou.

A confirmação de Bradl na Forward chega poucos dias após a LCR anunciar a contratação de Cal Crutchlow para o próximo ano. O piloto britânico conseguiu se libertar do vínculo com a Ducati e vai deixar Borgo Panigale após uma única temporada.

O germânico chegou à MotoGP em 2012 e, credenciado com o título da Moto2 no ano anterior, logo angariou o apoio da HRC. Durante sua passagem pelo time de Lucio Cecchinello, entretanto, Bradl registrou como melhor resultado um segundo lugar no GP dos Estados Unidos, recebendo a bandeirada em Laguna Seca 2s298 atrás de Marc Márquez – seu único pódio até agora.

Insatisfeita com a performance do piloto alemão, a HRC informou à LCR que não tinha lugar para Bradl em seus planos para 2015, mas, mesmo assim, o piloto recebeu uma proposta de sua atual escuderia. Porém, de acordo com Cecchinello, a oferta chegou tarde demais e Stefan já tinha acertado com a Forward.

Assim, resta uma única vaga no time de Giovanni Cuzari para 2015. Atual piloto da equipe, Colin Edwards já anunciou que esta será sua última temporada no Mundial.

Companheiro do texano, Aleix Espargaró ainda não anunciou seus planos para o futuro, mas inúmeros rumores vindos de sua Espanha natal o colocam como companheiro de Maverick Viñales na Suzuki, que volta ao campeonato no próximo ano.

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Com a confirmação de Bradl na Forward, a atual configuração do grid de 2015 é:



1.    Ao que tudo indica, Jorge Lorenzo deve permanecer na Yamaha, mas a duração do contrato ainda é incerta.
2.     Imprensa espanhola dá como certo o acordo entre Suzuki e Aleix Espargaró e Maverick Viñales.
3.    Yonny Hernández aparece como favorito a manter a vaga na Pramac.
4.    Scott Redding deve assumir a RC213V de Álvaro Bautista na Gresini e abrir uma vaga no time com a RCV1000R.
5.    A Forward segue com uma lista grande de candidatos, onde figuram nomes como Stefan Bradl, Dominique Aegerter e Simone Corsi.
6.    O time de Broc Parkes e Michael Laverty ainda não revelou seus planos para 2015.
7.    O time de Danilo Petrucci ainda não revelou seus planos para a próxima temporada, mas pode se tornar o time de fábrica da Aprilia.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Detalhes

O calvário de Cal Crutchlow na Ducati está com os dias contados. Ainda em sua primeira temporada com a fábrica de Borgo Panigale, o britânico foi confirmado pela LCR e vai guiar no próximo ano a RC213V que estava nas mãos de Stefan Bradl até então.

Falando ao site oficial da MotoGP, Lucio Cecchinello, chefe da LCR, justificou a escolha do time por Crutchlow citando os resultados obtidos pelo piloto durante sua passagem pela Tech3.

Cecchinello afirmou que não sabe status da negociação entre Honda e Jack Miller (Foto: LCR)
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“Em 2013, Cal teve uma temporada excelente, com quatro pódios e duas poles, e, por isso, acredito que ele era uma alternativa viável a Stefan, apesar de atualmente estar passando por uma temporada difícil com a Ducati e não estar confortável na moto como estava na Yamaha”, explicou Cecchinello. “Acredito que, com ele, nosso time pode voltar ao nível mais alto e o objetivo é estar lá com os melhores”, continuou.

Além disso, o chefe da LCR revelou que Cal assinou um acordo de um ano, com a opção de ser renovado por mais um.

“O contrato assinado é para a temporada 2015. Aí tem uma opção do nosso lado para 2016, baseada, principalmente, em resultados, e, é claro, também tem o lado da HRC para ser considerado”, contou. “Em relação à equipe técnica, vamos começar a olhar para isso a partir de Indianápolis”, revelou.

Também, Cecchinello afirmou que a meta do time é alinhar duas motos no grid da categoria rainha na próxima temporada.

“Nós estamos mirando alinhar uma moto de fábrica e aí uma segunda moto na especificação Open”, falou. “Entretanto, nessa última opção, nós ainda temos que confirmar o programa e o piloto”, seguiu.

“Apesar disso, nossa prioridade era ter uma moto de fábrica e um piloto competitivo, como era o desejo do patrocinador”, frisou.

Por fim, o chefe da LCR falou sobre os insistentes rumores que ligam Jack Miller, líder do Mundial de Moto3, à divisão principal na próxima temporada.

“Jack Miller certamente foi abordado pela Honda, mas não estou ciente do status de qualquer negociação”, afirmou. “Uma vez que o programa estiver definido, caberia à HRC colocá-lo em uma das posições disponíveis. A LCR seria uma das possibilidades, mas a decisão caberia às pessoas envolvidas”, concluiu.