domingo, 8 de dezembro de 2013

4 Horas de Lleida (3)

Depois de dominarem com facilidade o treino classificatório para as 4 Horas de Lleida, Marc Márquez e Joel Guerrero não conseguiram confirmar seu favoritismo na prova deste domingo (8). A dupla teve de lidar com problemas mecânicos em seu Honda Civic e concluiu a disputa com o oitavo posto.

As dificuldades começaram logo após a disputa da primeira meia hora da prova, quando Joel teve problemas com a transmissão do Civic. A equipe conseguiu reparar o carro, mas os dois ficaram12 minutos nos boxes, perdendo cerca de 12 voltas em relação ao líder.

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Márquez e Guerrero tiveram problemas com o Honda Civic (Foto: Facebook/Escuderia Lleida)
Rodando mais rápido que os rivais na pista de terra, o time conseguiu se recuperar e ocupava o quarto posto com meia hora para o fim da disputa, quando perderam mais 12 minutos nos boxes com novos problemas no carro.

O time formado por Joan e Amalia Vinyes e Marc Carol assumiu a ponta como revés de Márquez e Guerrero e disparam na liderança. O trio perdeu parte de sua larga vantagem com cinco minutos para o fim, mas garantiu o triunfo ao completar as 4 Horas de Lleida com dois giros de vantagem para Xevi Crespí O. e Xevi Crespí B..

O terceiro posto ficou com Carles Duran, Albert Gutiérrez e Marc Llobera, à frente de Jordi e Marc Blancadort e Josep Cabani. Ramon Costa e Josep Pujol aparecem na sequência, seguidos por Miquel Ferrer e Roger Alhacín, e Josep Munne e Lluis Codina. Márquez e Guerrero ficaram com o oitavo posto, 11 voltas atrás do líder.

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4 Horas de Lleida (2)

Parar Marc Márquez não é uma tarefa das mais fáceis, nem mesmo quando o jovem espanhol decide trocar as duas pelas quatro rodas. Disputando a 14ª edição das 4 Horas de Lleida em dupla com Joel Guerrero, o campeão da MotoGP cravou a pole para a disputa em sua terra natal.

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Márquez vai sair na pole nas 4 Horas de Lleida (Foto: Twitter/Marc Márquez)
Recém-operado para corrigir desvio de septo, Márquez usou um Honda Civic e nem uma forte neve ficou no caminho do piloto. A dupla anotou 1min01s862 no treino classificatório e garantiu a pole para a prova deste domingo.

A dupla da Huraca Racing, formada por Xevi Crespí O. e Xevi Crespí B., ficou com o segundo posto, 1s295 mais lento que os pilotos da RACC. O terceiro lugar ficou com o trio formado por Joan Vinyes, Amalia Vinyes e Marc Carol.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

4 Horas de Lleida

Marc Márquez não para. Nem uma semana se passou desde que o jovem espanhol se submeteu a uma cirurgia para corrigir desvio de septo e o campeão da MotoGP já se prepara para voltar às pistas.

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Márquez vai trocar as motos pelos carros neste fim de semana (Foto: Repsol)
Neste fim de semana, Márquez vai disputar as 4 Horas de Lleida, que chega a sua 14ª edição na temporada 2013. Marc vai fazer dupla com Joel Guerrero, piloto da Copa Suzuki Swift.

A competição, que é realizada em dois dias – treinos no sábado e a corrida no domingo –, conta com 72 pilotos distribuídos em 29 equipes. Márquez, claro, vai guiar um Honda Civic representando a equipe RACC.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A cara da riqueza

Se você é jornalista ou tem alguma daquelas profissões que se encaixam no ranking das dez piores do país, é melhor não continuar lendo este texto.

Jorge Lorenzo é a cara da riqueza (Foto: Yamaha)
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A Monster Energy, fabricante norte-americana de energéticos, esteve em Barcelona, na Catalunha, para conhecer a modesta casa onde vive Jorge Lorenzo. O piloto da moto 99 guia o tour pela sua humilde residência, mostrando seus lugares favoritos.

A Yamaha, fofa que é, deu ao piloto as motos com que ele conquistou os dois títulos da MotoGP: 2010 e 2012. As M1, claro, estão em um lugar de destaque na casa do espanhol, assim como a Torre dos Campeões, o tradicional troféu da MotoGP.

Além das M1 e do troféu, Jorge mostrou suas outras motos, seus carros e até a geladeira. Tá dura a vida..



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Adidas

Valentino Rossi pode não estar na melhor fase de sua carreira, mas segue uma mina de ouro na hora de atrair patrocinadores. De acordo com o site italiano ‘PU24’, o mesmo que cravou a saída de Jeremy Burgess, a Yamaha passará a contar com o apoio da Adidas a partir da próxima temporada.

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Citando fontes de Tavullia, a terra natal de Rossi, a publicação italiana afirma que a marca das três listras vai aportar no Mundial de Motovelocidade não só por meio de uma parceria com a casa de Iwata – envolvendo Valentino e Jorge Lorenzo –, mas também se aliando ao Team Sky VR46, equipe do multicampeão na Moto3.

Ainda segundo o ‘PU24’, o acordo com a marca alemã também resultaria em maior visibilidade para a Adidas na programação da emissora italiana Sky.

A gigante da Bavária é uma das maiores empresas do mundo no seguimento esportivo. A empresa fundada por Adolf Dassler investe milhões em patrocínios e tem em seu portfólio atletas como Messi, Kaká, Xavi e Daniel Alves.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Plantar cara a los hombres

Laia Sanz é uma máquina de competir. Depois de conquistar seu 15º título em 2013 – 13 de Trial e dois de Enduro –, a espanhola se prepara para encarar seu quarto Rali Dakar e, desta vez, contando com equipamento Honda.

Correndo com as cores da KH-7, uma marca de produtos de limpeza da Espanha, Laia terá nas mãos uma CRF450 Rally, um protótipo muito similar àqueles que serão guiados pelos pilotos do time oficial da HRC na competição. A moto, que supera os 170 km/h de velocidade máxima, tem 56 cv de potência e pesa 140 kg.

Para 2014, a meta da piloto de Corbera del Llobregat é ser a primeira mulher na classificação e finalizar a disputa entre os 25 primeiros colocados.

Sanz terá uma CRF450 Rally na edição 2014 do Dakar (Foto: Divulgação)
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O ano espetacular de Sanz veio após uma recuperação de várias lesões sofridas em 2012. Nesta temporada, a piloto decidiu romper com sua antiga equipe – Gas Gas – e encarou o restante de seus compromissos sem o apoio de uma fábrica.

“Seguramente, 2013 foi meu melhor ano. Pelos resultados, poderíamos dizer que foi um ano perfeito, mas também foi muito difícil”, comentou Laia, que ainda conquistou três medalhas de ouro nos X-Games.

Além de recompensar o apoio da HRC, Laia mira deixar para trás as difíceis experiências da edição deste ano, onde problemas mecânicos quase a forçaram a abandonar a disputa. Brigando para fechar o Dakar entre os 30 melhores, Sanz precisou ser rebocada por seu mochileiro por mais de 400 km.

Ainda assim, a multicampeã conseguiu reagir e recuperou impressionantes 100 posições na 11ª etapa do rali, quando partiu na 125ª posição e fechou em 25ª. Na classificação final, Laia ficou com o 93º posto.

“Apesar de não ter sido culpa minha, a experiência do passado foi muito dura e serviu para conhecer o autêntico Dakar”, ressaltou. “Também é positivo viver esse outro lado da prova e, apesar do resultado final, posso dizer que foi meu melhor Dakar”, avaliou.

“Eu nunca antes tinha tido uma moto tão competitiva no Dakar. É verdade que o piloto conta muito, mas é básico ter uma boa moto. Me sinto sortuda por enfrentar este rali com uma máquina assim e ter o apoio da KH-7, sem a qual nada disso seria possível”, frisou. “Nos primeiros dias do último Dakar eu fui melhor do que esperava, o que me serviu para ganhar confiança e mostrar a mim mesma que eu sou capaz de fazer um bom papel”, recordou.

Troféu é uma coisa que não falta na casa de Laia Sanz (Foto: Divulgação)
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“Esta vez o objetivo é, principalmente, terminar, tarefa que não será nada fácil. Mais do que fazer um bom resultado em uma etapa pontual, o que me importa é a geral e coloco como meta lutar com os homens para me classificar entre os 25 ou 30 primeiros no final”, avisou.

Para este ano, a organização do Dakar preparou algumas mudanças no percurso da prova, que inclui a separação de carros e motos em alguns trechos da disputa. Ao todo, os pilotos vão percorrer 9 mil km entre Argentina, Bolívia e Chile, 5 mil deles cronometrados.

“A organização preparou etapas maiores e mais difíceis que em outras edições”, ponderou. “Durante cinco etapas, vão nos separar completamente dos carros, por isso suspeito que farão as motos passarem por lugares muito técnicos e complicados. Tenho certeza que será um Dakar muito seletivo, que me obrigará a estar muito atenta e concentrada desde o primeiro dia”, concluiu a 39ª colocada nas edições de 2011 e 2012.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Divórcio

Valentino Rossi não é o único que verá uma grande mudança em seu time para a temporada 2014 da MotoGP. No próximo ano, Dani Pedrosa rompe um longo vínculo com Alberto Puig e não terá mais o experiente espanhol acompanhando seu dia-a-dia nos boxes da Honda.

Nesta terça-feira (3), a HRC colocou um ponto final nos rumores que se espalharam nos últimos dias e confirmou a saída de Puig do posto de conselheiro de Pedrosa. A fábrica nipônica, entretanto, anunciou que Alberto seguirá ligado à Honda, já que será supervisor de várias atividades da companhia.

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Puig não estará mais com Pedrosa na temporada 2014 da MotoGP (Foto: Repsol)
Puig, que reconhecidamente tem um olho clínico para identificar jovens talentos, vai trabalhar diretamente com a Asia Talent Cup, um campeonato que começa a ser disputado em 2014 e tem como meta identificar jovens promessas asiáticas para alimentar as categorias de base do Mundial de Motovelocidade, e com o recrutamento e gestão de jovens pilotos.

“Nós estamos muito felizes em aumentar o papel de Alberto na HRC e usar seu extensivo conhecimento deste mundo”, celebrou Shuhei Nakamoto, vice-presidente executivo da HRC. “Ele é um ativo valioso para a Honda e nós devemos utilizá-lo e tirar vantagem de sua vasta experiência. Ele é um membro respeitado do paddock da MotoGP e acredito que será um bom novo desafio para ele”, completou o dirigente.

Puig também celebrou seu novo desafio e desejou sorte a Pedrosa, com quem trabalha desde o início da carreira do espanhol. “Este é um animador novo desafio para mim com a HRC e estou muito grato por esta oportunidade”, comentou.

“Inicialmente, vou focar na nova Asian Cup, mas aí, conforme meu papel for aumentando, vou ajudar os jovens pilotos e vou fazer o meu melhor para ajudar a HRC o máximo possível”, disse. “Em relação a Dani, espero que ele consiga realizar seu sonho e, olhando para todos estes anos, só posso ficar orgulhoso do que deixo para trás com todos os títulos nas 125cc e nas 250cc e todas as vitórias na MotoGP”, concluiu Puig.

Pedrosa avaliou que chegou a hora de mudar, mas ressaltou que sabe que poderá contar com Puig sempre que precisar. “Depois de tantos anos trabalhando com Alberto na pista, na próxima temporada ele não estará ao meu lado na garagem. Ele vai tomar contas de novos projetos e sinto que ele já me deu tanto, que chegou a hora de mudar ligeiramente o nosso relacionamento”, ponderou.

“De qualquer forma, sei que Alberto estará lá por mim se eu precisar de qualquer coisa e isso é o mais importante”, completou.

O ex-piloto Raúl Jara, que também é amigo de Dani, vai assumir o papel de Puig na equipe do espanhol da moto 26. Jara faz parte do time de Pedrosa desde 2012 e terá suas funções ampliadas.

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Inferno vermelho

Valentino Rossi aproveitou o período de férias da MotoGP para conceder uma entrevista à versão italiana da revista ‘Rolling Stone’. Falando à tradicional publicação, o italiano recordou sua passagem pela Ducati e contou que logo em seu primeiro teste com a Desmosedici já percebeu que a vida seria muito mais difícil do que o esperado.

“Fiquei chocado a primeira vez que pilotei a Ducati”, falou. “Depois de três voltas eu pensei: ‘Estamos na merda’. Foi todo o tempo que precisei para ver que tinha cometido um erro”, continuou.

Rossi avaliou que seu tempo na Ducati só serviu para deixá-lo mais velho (Foto: Ducati)
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“Não tinha tido a chance de testar a moto antes de assinar o contrato, mas, mesmo assim, coloquei a caneta no papel”, comentou.

Rossi afirmou que os problemas da moto eram claros desde o começo e seu primeiro pensamento foi de tentar resolver essas falhas. “Os problemas eram claros desde o início. Eu só pensei: ‘Ok, vamos tentar melhorar esta moto’”, explicou. “Nós trabalhamos nisso durante toda a primeira metade da temporada, mas depois de dez provas eu comecei a perceber que eu nunca venceria uma corrida com ela”, seguiu.

Super sincero, Rossi reconheceu que eram verdadeiros os rumores de que ele pretendia rescindir seu vínculo com a fábrica de Borgo Panigale, mas admitiu que foi bom não ter uma maneira de fazer isso.

“Os rumores sobre eu querer rescindir meu contrato eram verdadeiros. Mas eu não podia. Absolutamente, não havia como fazer isso”, reforçou. “E isso, na verdade, foi uma coisa boa. Teria sido um grande erro. Teria sido muito fácil dizer ‘vou ficar em casa’ quando as coisas não estavam indo bem. Mas você nunca deve desistir”, ponderou.

“Meu tempo lá não me tornou mais forte, apenas mais velho”, concluiu.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Difícil de bater

Não é segredo para ninguém que Valentino Rossi e Casey Stoner não morrem de amor um pelo outro, mas nem por isso o italiano deixa de reconhecer o talento do rival. Em entrevista à versão italiana da revista ‘Rolling Stone’, o piloto da Yamaha classificou como incrível o trabalho feito pelo australiano com a Ducati.

“Stoner fez um trabalho incrível na Ducati”, elogiou. “Quando eu olhava para a telemetria dele, pensava em como ele atingia aqueles tempos!”, contou.

Rossi reconheceu trabalho feito por Stoner na Ducati (Foto: Honda)
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“As pessoas costumam pensar que ele era muito rápido, mas não particularmente inteligente. E é por isso que, eventualmente, ele foi bem sucedido. A realidade é que na Ducati ele tinha que ir além dos limites. Ir cada vez mais rápido. E, se você pilota deste jeito, eventualmente você cai!”, comentou.

Valentino lembrou que ele e Stoner tiveram carreiras completamente diferentes. Casey chegou em Borgo Panigale em seu segundo ano na MotoGP, vindo de uma temporada de estreia com a LCR. Rossi, por sua vez, desembarcou na fábrica de Bolonha com sete títulos da classe rainha na bagagem.

“Nós tivemos caminhos completamente opostos em nossas carreiras: ele sempre andou por uma fábrica, a Honda, guiado por Lucio Cecchinello. Quando estava na Ducati, acho que ele pensou: ‘Dane-se! Esta moto é boa. Tenho que vencer!’”, falou. “Eu, por outro lado, vinha de anos de sucesso com a Honda e a Yamaha e imediatamente vi que aquela moto não era a melhor”, explicou.

“Tenho certeza que, se Stoner subisse na moto de Dovizioso amanhã, ele ainda conseguiria terminar a corrida na sexta colocação. Ele costumava pilotar de uma maneira incrível. Ele é único”, frisou.

Valentino, entretanto, disse que não sente falta de Stoner fora da pista, mas admitiu que sente falta de correr contra o rival.

“Eu sinto falta dele? Na pista, sim. Ele tem um talento fantástico e é difícil de bater. Mas fora da pista, não, não sinto falta dele”, assegurou. “Sem ele tem uma camaradagem muito melhor entre os pilotos”, encerrou.

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Visita real

O príncipe William esteve no último sábado (30) na abertura da Motorcycle Live, uma feira anual de motos que acontece em Birmingham, na Inglaterra. O duque de Cambridge passeou pelos stands e não perdeu a oportunidade de subir em alguns dos novos modelos apresentados no salão.
 
Príncipe atendeu desejo do público e provou a Diavel (Foto: Ducati)
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O segundo na linha de sucessão do trono britânico, que é declaradamente um apaixonado por motos, visitou o stand da Ducati e ao ouvir o público gritar ‘Vamos, suba nela’, não hesitou em subir na Diavel. O duque de Cambridge ainda conheceu Shane Byrne, campeão pela marca no Campeonato Britânico de Superbike.

“Foi um verdadeiro prazer e uma honra receber o príncipe William no nosso stand”, comentou Tim Maccabee, diretor do braço inglês da Ducati. “Ele ficou feliz em dar uma olhada e certamente pareceu alegre em subir nos diferentes modelos. Ele comentou como a Diavel era leve, mas acho que a preferida dele é a 1199 Superleggera”, completou.

A marca de Borgo Panigale, aliás, não é nenhuma desconhecida para o duque, que é dono de uma 1198SP. No início do ano passado, William teve de desembolsar £ 6 mil (cerca de R$ 23 mil) para reparar sua moto, que teve os cabos roídos por ratos.

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William foi conhecer os lançamentos da indústria no Motorcycle Live (Foto: Ducati)
Durante sua visita à feira, William ainda conheceu Bradley Smith, piloto da Tech3 no Mundial de MotoGP, e quis saber como é ser um piloto da principal divisão do motociclismo.

Por fim, o príncipe recebeu de presente uma moto de madeira, uma lembrança ao príncipe George, o filho de quatro meses de William.