sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Trialeros

A temporada da MotoGP ainda não começou, mas manter os pilotos afastados das pistas não é lá das coisas mais fáceis. Depois de participar de uma prova de motocross e também de uma corrida no gelo, Marc Márquez se juntou a Dani Pedrosa para experimentar uma nova modalidade: o Trial.

Márquez e Pedrosa treinaram com Bou e Fujinami (Foto: Repsol)
Os titulares da HRC se encontraram com Toni Bou e Takahisa Fujinami, integrantes do time da Repsol, para uma sessão de treinos. Márquez e Pedrosa foram orientados pelo espanhol, que soma 14 títulos da modalidade, e pelo nipônico, que também é campeão mundial de Trial.

Os quatro pilotos somam juntos 21 títulos mundiais (Foto: Repsol)
Depois da aventura com Bou e Fujinami, Marc e Dani voltam a focar nos treinos físicos na reta final da preparação para o Mundial de MotoGP. A dupla volta a subir na RC213V entre os dias 4 e 6 de fevereiro, quando o circuito de Sepang, na Malásia, recebe a primeira bateria de testes da pré-temporada.

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Subiu no telhado?! (2)

A IMX, promotora da etapa brasileira do Mundial de Motovelocidade, negou no início da noite desta quinta-feira (23) que o GP do Brasil tenha sido cancelado. Procurada pelo High Side, a holding de negócios nos setores de esportes e entretenimento garantiu “que nada mudou”.

Licitação para obra em Brasília deve ser publicada em fevereiro (Imagem: Divulgação)
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Criada em 2011, a IMX é fruto de uma parceria entre o grupo IMG e o empresário Eike Batista. A empresa tem na lista de suas realizações o Rio Open, maior evento de tênis da América do Sul, programado para acontecer em 2014, além do Rei e Rainha da Praia e o Bowl Jam. A IMX também é a responsável pela gestão da imagem de atletas como Neymar e Rodrigo Pessoa, além de ser parte do consórcio responsável pela administração do Complexo do Maracanã nos próximos 35 anos.

De acordo com a assessoria de imprensa da IMX, as negociações para a realização do GP do Brasil “continuam como antes” e “não existiu esse cancelamento. Da nossa parte, não tem nenhum indício disso”.

Questionada pelo High Side sobre a possibilidade de o Autódromo de Goiânia receber a MotoGP caso as obras em Brasília não tenham sido concluídas, a IMX reforçou que a meta é levar o Mundial ao Distrito Federal. “A ideia é que isso aconteça em Brasília”, afirmou. “Nós estamos confiantes e super otimistas”, reforçou.

“Nada mudou mesmo. Não tem nenhum indício de cancelamento nem nada. Até porque, na verdade, nem uma confirmação de uma data foi feita. Existe uma reserva e tudo pode acontecer”, frisou.

Em 13 de dezembro de 2013, a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) publicou uma versão atualizada do calendário de 2014 do Mundial. Pelo cronograma divulgado pela entidade, a prova do Brasil segue sem confirmação, já que depende da homologação do autódromo.

Também procurada pelo High Side, a Novacap, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, reiterou que a meta é que o edital da licitação das obras do Autódromo Internacional Nelson Piquet seja publicado em fevereiro deste ano. O início das obras está previsto para abril, com a conclusão programada para agosto. “A previsão é que o edital seja publicado em fevereiro e o custo da reforma deve girar entre R$ 270 milhões e R$ 350 milhões”.

A Novacap afirmou que “está na fase de elaboração do projeto básico e levantamento dos custos para a elaboração da planilha orçamentária que irá compor o edital” da reforma do circuito brasiliense.

Mais cedo, o presidente da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), Firmo Alves, também afirmou que não tinha informações sobre o cancelamento da prova no Brasil. O HS procurou a Dorna, promotora do Mundial, mas ainda não teve retorno.

Subiu no telhado?!

Ao que tudo indica, durou pouco o sonho do retorno da MotoGP ao Brasil. As informações que chegam da Europa dão conta de que o GP do Brasil será cancelado nos próximos dias por problemas de orçamento.

Com ou sem MotoGP, governo do DF garante que reforma do autódromo sai do papel (Foto: Roberto Castro/GDF)
Inicialmente, a corrida deveria acontecer no Autódromo de Brasília no dia 28 de setembro, mas, para isso, o circuito precisa passar por uma grande reforma.

Segundo relatos da revista italiana 'Motosprint', o dinheiro necessário para a obra não saiu.

O High Side entrou em contato com o presidente da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), Firmo Alves, que afirmou não ter nenhuma informação oficial sobre o cancelamento da prova.

O HS também procurou o governo do Distrito Federal, a IMX, que é a promotora local, e a Dorna, mas ainda não obteve um retorno.

No início do mês, a Novacap, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, explicou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a previsão era de que o edital da licitação das obras do Autódromo Internacional Nelson Piquet fosse publicado em fevereiro deste ano. O início das obras, por sua vez, estava previsto para abril, com a conclusão programada para agosto.

Ainda segundo a Novacap, a verba para a reforma do autódromo “será disponibilizada no orçamento de 2014 do GDF”.

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Procurada pelo High Side novamente nesta quinta-feira (23), a Novacap afirmou que “está na fase de elaboração do projeto básico e levantamento dos custos para a elaboração da planilha orçamentária que irá compor o edital” da reforma do circuito brasiliense.

Ainda segundo a pasta, “a previsão é que o edital seja publicado em fevereiro e o custo da reforma deve girar entre R$ 270 milhões e R$ 350 milhões”.

Ainda, ao ser questionada se a obra no circuito será feita mesmo sem a garantia da realização da etapa do Mundial de Motovelocidade, a pasta assegurou: “Vale ressaltar que, independentemente da decisão do MotoGP, o GDF vai reformar o Autódromo Nelson Piquet para ter condições de sediar os grandes eventos já em 2015”.

*Atualizada às 18h20

Gresini

A pré-temporada da MotoGP começa no próximo dia 4 de fevereiro com uma bateria de três dias de testes no circuito de Sepang. Antes de embarcar rumo à Malásia, a Gresini vai fazer uma parada em San Marino em 30 de janeiro para apresentar as motos da temporada 2014.

O time de Fausto Gresini vai alinhar com quatro motos no Mundial de Motovelocidade. Na MotoGP, Álvaro Bautista segue no comando de uma RC213V e Scott Redding chega para debutar junto com a RCV1000R. O time da Moto3 vai contar com Enea Bastianini e Niccoló Antonelli.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Virada radical

Depois de pouco mais de seis anos na classe inicial do Mundial de Motovelocidade, Danny Webb decidiu mudar radicalmente os rumos de sua carreira. Nesta quarta-feira (22), a KMR Kawasaki anunciou um acerto com o britânico para a disputa da edição 2014 do TT da Ilha de Man.

Correndo pelo time de Ryan Farquhar, Webb vai competir nas categorias Superbike, Senior, Superstock e Lighweight.

Webb vai estrear no TT da Ilha de Man em 2014 (Foto: Divulgação)
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Webb disputou cem corridas entre 125cc e Moto3 e tem como melhor resultado um quinto lugar no GP de Portugal de 2008. Em 2013, depois de seis provas defendendo as cores da Ambrogio, o britânico deixou a categoria e voltou sua atenção para o Mundial de Supersport com a PTR. O melhor resultado de Danny foi o 11º lugar obtido na rodada final, realizada na Espanha.

“Sou um grande fã do TT”, declarou Webb. “Já estive na prova e sempre disse que queria disputá-la um dia. É uma coisa que vem passando mais e mais pela minha cabeça e surgiu a oportunidade de trabalhar com Ryan Farquhar, que coloca algumas das melhores motos no grid, então eu simplesmente não pude recusar”, continuou.

“Vai ser uma grande mudança para mim depois de anos no paddock dos GPs, mas é algo pelo qual eu realmente estou ansioso”, ressaltou. “Também não vejo isso como uma coisa que vai acontecer uma única vez e sei que vai levar muitos anos para que eu realmente aprenda o caminho, mas mal posso esperar para ir para lá para a minha estreia”, concluiu.

O anúncio da estreia de Webb no TT da Ilha de Man gerou uma chuva de críticas, uma vez que o britânico não tem experiência em provas de rua. Entretanto, em entrevista ao site britânico ‘Superbike’, Paul Phillips, diretor esportivo do TT, ressaltou que experiência prévia não é uma das exigências para a disputa da prova em Man.

Localizada no Mar da Irlanda, a pequena ilha de 572 km² fica entre Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte e recebe desde 1907 uma das mais lendárias – e perigosas – corridas do mundo. Em um traçado de mais de 60 km e com 256 curvas, as motos chegam a uma velocidade média de 208 km/h no TT da Ilha de Man, que é disputado em vias públicas, que são interditadas para a disputa.

Ao longo de seus mais de cem anos de história, o TT da Ilha de Man já vitimou mais de 230 pilotos, em uma assustadora média de cerca de duas mortes por edição.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Inundação

A Tech3 sofreu um grande revés em sua preparação para a temporada 2014 do Mundial de Motovelocidade. No último domingo (19), a sede do time foi inundada por conta de uma tempestade incomum que atingiu a região de Provença, na França.

Sede da Tech3 foi atingida por inundação na França (Foto: Divulgação/Tech3)
Borme-les-Mimosas, onde fica a fábrica do time, foi uma das regiões mais atingidas pelas fortes chuvas. Várias pessoas ficaram isoladas pelo alagamento e precisaram ser removidas de helicóptero pelas equipes de resgate.

A oficina do time, que já se preparava para embarcar rumo ao circuito de Sepang, palco da primeira bateria de testes da pré-temporada, que acontece entre 4 e 6 de fevereiro, foi devastada pela água de um rio próximo, que transbordou. Os danos materiais são consideráveis e estimados em £ 100 mil (aproximadamente R$ 388 mil).

Ao site alemão ‘Speedweek’, Nicolas Goyon, técnico da Tech3, contou que a água atingiu amortecedores e outros componentes. “Algumas caixas que estavam prontas para serem enviadas para a Malásia molharam”, explicou.

Caminhões e motorhomes do time também foram afetados, assim como as motos da equipe de Moto2. A primeira bateria de testes coletivos para as categorias menores do Mundial acontece entre 11 e 13 de fevereiro na pista de Valência, na Espanha.

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Inundação também atingiu motos do time de Moto2 (Foto: Divulgação/Tech3)
Chefe da Tech3, Poncharal falou à publicação francesa ‘GP Inside’ e explicou a extensão dos danos. “A chuva não perdoou nada”, afirmou. “Não nos molhamos com a água, mas, ao invés disso, caminhamos com os pés na lama”, continuou.

Desde o último domingo, todos os integrantes do time trabalham na limpeza da sede, dos equipamentos e das motos.

Esta é a segunda vez em menos de um ano que a Tech3 sofre com incidentes atípicos. No início do ano passado, durante a primeira visita do Mundial de Motovelocidade ao circuito de Austin, no Texas, um motor de partida elétrica pegou fogo enquanto carregava nos boxes do time durante a madrugada, acionando o sistema anti-incêndio do autódromo. Na ocasião, além dos boxes do time de Hervé Poncharal, as garagens de LCR, Yamaha e AB também ficaram alagadas. As motos, apesar de molhadas e cobertas por pó químico, não foram danificadas.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Recomeço

Felipe Zanol continua se recuperando do sério acidente que sofreu no início de dezembro de 2012 no deserto de Moajave, na Califórnia, mas vai voltar para as competições em breve. O mineiro, entretanto, voltará com novas funções: consultor e chefe de equipe.

A Honda anunciou na última sexta-feira (17) a contratação de Zanol como consultor de enduro e rali, e como chefe de equipe para um time satélite na temporada 2014. Felipe defendeu a marca em 2012, quando chegou ao seu primeiro triunfo no Rali dos Sertões.

Zanol será chefe de equipe de um time satélite da Honda em 2014 (Foto: Luiz Pires/Vipcomm)
Em 2012, o octacampeão brasileiro de Enduro FIM integrava o time oficial da HRC, mas o acidente sofrido em Mojave um mês antes da largada do Dakar de 2013 o impediu de competir desde então.

“Apesar do pouco tempo envolvido com rali, apenas três anos, tenho muita bagagem em competições fora do Brasil, já que morei e disputei campeonatos em Portugal”, disse Felipe. “Trabalhei com gente de vários países e é um pouco dessa experiência que pretendo compartilhar com o grupo”, continuou.

O trabalho como chefe de uma equipe de enduro, no entanto, promete ser mais desafiador. “Aceitei a proposta na hora. É mais um desafio na minha carreira e continuarei envolvido com o mundo das motos”, contou. “O objetivo é preparar novos pilotos brasileiros e formar novos campeões. Esse trabalho de base é muito importante para o desenvolvimento do esporte”, defendeu.

“Em breve divulgaremos os pilotos e as competições que eles vão participar. Adianto que teremos um bom time e estamos todos bastante animados”, concluiu.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Nada disso

Jorge Lorenzo aproveitou a apresentação da YZR-M1 que será utilizada pela Yamaha na temporada 2014 da MotoGP, realizada nesta sexta-feira (17), para desmentir os rumores de que chegou a um pré-acordo com a Ducati para o próximo ano. A informação foi divulgada na última quinta-feira pela rádio espanhola ‘Onda Cero’.

Segundo a rádio, o bicampeão chegou a um acordo com a Ducati após uma negociação que foi intermediada por Gigi Dall’Igna, novo diretor-geral da Ducati Corse, com quem o piloto trabalhou na conquista de seus dois títulos nas 250cc. Poucas horas depois, entretanto, Claudio Domenicali, diretor-geral da Ducati, negou o acerto.

Lorenzo afirmou que quer encerrar carreira em Iwata (Foto: Yamaha)
Durante o evento de lançamento da moto, que foi realizado em Jacarta, na Indonésia, Lorenzo afirmou que é normal que os pilotos sejam procurados por marcas rivais, mas garantiu que não tem nenhum acerto com a marca de Borgo Panigale e declarou que quer encerrar sua carreira na Yamaha.

“Quando você é rápido e está ganhando corridas, todas as grandes fábricas querem você. Isso é normal”, avaliou. “Mas tenho que esclarecer que não há verdade nos rumores de que existe um contrato com outra fabricante”, afirmou.

“E eu gostaria de começar a negociar o mais rápido possível o meu futuro com a Yamaha”, continuou. “Meu sonho é me aposentar como um piloto Yamaha. Se a nossa moto for ainda melhor este ano, então será mais fácil!”, concluiu.

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YZR-M1

A Yamaha apresentou nesta sexta-feira (17) a versão 2014 da YZR-M1 que será utilizada por Jorge Lorenzo e Valentino Rossi na temporada 2014 da MotoGP. O evento aconteceu em Jacarta, capital da Indonésia, um dos principais mercados da casa de Iwata.

A principal diferença em relação à pintura utilizada no ano passado é a maior presença da cor branca, que aparece na frente da moto e também no tanque de combustível. O layout, entretanto, é bastante similar ao de sua antecessora.

Yamaha apresentou seu novo design em um evento na Indonésia (Foto: Yamaha)
“Estou muito feliz por ter conseguido comparecer a Convenção das Concessionárias da Yamaha Motor Indonesia hoje com o nosso presidente, Sr. Yanagi, Jorge, Vale, e Tsuji-san para dar às concessionárias indonésias um preview exclusivo das nossas novas cores para a temporada 2014”, disse Lin Jarvis, diretor da Yamaha. “O mercado indonésio é o maior do mundo e a MotoGP é incrivelmente popular aqui, então realmente espero que possamos vir correr aqui no futuro”, continuou.

“Gostaria de agradecer aos nossos anfitriões pelas boas-vindas e por seu imensurável suporte ao nosso projeto da MotoGP”, disse Jarvis. “Agora miramos impacientes o primeiro teste em Sepang, que acontece dentro de duas semanas, para iniciarmos nossa campanha pelo título”, completou.

Assim como acontece desde 2011, quando a Fiat deixou de apoiar a Yamaha, a fábrica dos três diapasões segue sem um patrocinador principal, mas a expectativa é de que o time anuncie novos parceiros em breve.

A apresentação do protótipo aconteceu junto com a convenção anual das concessionárias da Yamaha na Indonésia e reuniu quase 4 mil funcionários da marca.

Nos dois dias de visita, Lorenzo e Rossi aproveitaram para participar de outras atividades promocionais. Ainda na quinta-feira, Jorge participou de um encontro com a imprensa local e depois seguiu para um jogo de futebol onde atuou ao lado de fãs e funcionários da Yamaha.

Nesta manhã, a dupla participou de um encontro com Joko Widodo, governador de Jacarta, que recebeu os pilotos para o café da manhã. Antes da apresentação dos novos protótipos, os dois ainda rodaram pela cidade de bicicleta.

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Ao contrário de 2013, moto deste ano tem predomínio da cor branca (Foto: Yamaha)
Rossi destacou a paixão dos indonésios pela MotoGP e disse torcer para que o Mundial de Motovelocidade realize uma etapa no país em um futuro breve.

“É sempre ótimo vir para a Indonésia. Os indonésios são os melhores fãs do mundo, com muita paixão pela MotoGP e pela Yamaha, mesmo não tendo pilotos do país deles”, considerou. “A Yamaha Indonésia tem um grande papel nos negócios globais da Yamaha, e eu realmente espero que a nossa presença dê um novo impulso nos negócios locais”, continuou.

“Não consigo lembrar de nenhum lançamento da Yamaha que foi feito fora da Europa, então o evento de hoje foi especial por várias razões”, comentou. “Realmente espero que possa correr aqui outra vez. E logo, antes que seja muito tarde!”, brincou.

Yamaha segue sem um patrocinador principal (Foto: Yamaha)
Lorenzo, por sua vez, elogiou o layout da moto, mas destacou que está mesmo ansioso para ver o que tem dentro da nova M1. O piloto, que ficou com o vice-campeonato na temporada 2013, já fala em tentar recuperar o título, mas reconheceu que os rivais não vão facilitar.

“Gostei muito da nova moto, é muito moderna e elegante com mais branco”, opinou. “Entretanto, não é apenas a cor. Estou ansioso para ver o que tem dentro da moto em Sepang!”

“Minhas expectativas para esta temporada são muito altas”, declarou. “Vou tentar começar a temporada bem como no ano passado e de cara subir no pódio. Isso será importante para pontuar e para ganhar confiança para o resto da temporada”, seguiu.

“Nossos rivais serão difíceis, mas acho que se melhorarmos em algumas áreas, então temos uma boa chance de conquistar o título outra vez”, encerrou.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pré-acordo (2)

Não demorou para que a Ducati negasse os rumores de um acerto com Jorge Lorenzo para a temporada 2015 da MotoGP. Na noite da última quarta-feira (15), a rádio espanhola ‘Onda Cero’ noticiou que o bicampeão tinha assinado um pré-contrato com a fábrica de Borgo Panigale para vestir o vermelho da marca de Bolonha.

Contrato de Lorenzo com a Yamaha chega ao fim em 2014 (Foto: Yamaha)
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Em entrevista ao site italiano ‘GPOne’, Claudio Domenicali, diretor-geral da Ducati, negou a informação e ainda aproveitou para brincar com os rumores.

“Sério? Então agora devemos assinar com Márquez. Custaria menos que financiar o desenvolvimento”, comentou Domenicali.

Nesta sexta-feira, a Yamaha vai apresentar a YZR-M1 que será utilizada por Lorenzo e Valentino Rossi na temporada 2014 da MotoGP. O evento acontece em Jacarta, capital da Indonésia, um dos principais mercados da marca nipônica. A fábrica local, aliás, é a maior produtora de motos da casa de Iwata em todo o mundo.