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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

42 anos

O terceiro lugar conquistado por Danny Kent no GP da República Tcheca de Moto3 colocou um ponto final em uma longa ausência da Husqvarna no pódio do Mundial de Motovelocidade.

Ao cruzar a linha de chegada de Brno com 0s187 de atraso para Alexis Masbou, o britânico colocou a Husqvarna de volta ao top-3 depois de 42 anos.

Danny Kent encerrou jejum de pódios da Husqvarna (Foto: Gold & Goose/Ajo)
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A última vez em que a montadora esteve no pódio foi em 1972, quando Bo Granath conquistou dois terceiros lugares dos GPs da Áustria e da Suécia das 500cc.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Vitória histórica

Não demorou para que a MV Agusta conquistasse seu primeiro triunfo no retorno aos campeonatos mundiais. No último domingo (24), Jules Cluzel quebrou um jejum que já durava 38 anos – desde a vitória de Giacomo Agostini em Nürburgring em 1976 – e colocou a F3 675 no topo do pódio do Mundial de Supersport, vencendo a etapa da Austrália, disputada em Phillip Island.

O triunfo de Cluzel, aliás, foi um daquelas para ninguém botar defeito. Largando na 14ª colocação do grid, Jules exibiu um ótimo ritmo desde o início e logo tratou de escalar o pelotão. Na oitava volta, a prova foi interrompida por conta de um problema com a moto de Jack Kennedy, que deixou óleo na pista.

Cluzel encerrou jejum de 38 anos sem vitórias da MV Agusta em campeonatos mundiais (Foto: Divulgação/WSBK)
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A prova foi reiniciada para a disputa de apenas cinco voltas, com Kenan Sofuoglu tomando a ponta logo na primeira curva de Phillip Island. Na segunda volta, entretanto, o tricampeão do Mundial de Supersport caiu, assim como Michael van Der Mark.

Com os favoritos fora, as últimas voltas viram uma disputa feroz entre os ponteiros, mas foi Cluzel que cruzou a linha de chegada na ponta, após bater Kev Coghlan na penúltima curva. Raffaele De Rosa ficou com o terceiro posto.

“Nós fomos terrivelmente azarados tanto durante os testes como no início do fim de semana. Nós completamos muito menos voltas do que deveríamos”, avaliou Cluzel. “Então, depois disso, vencer é simplesmente um sonho!”, comentou.

“Antes da largada eu disse aos meus mecânicos que daria o meu máximo: e foi exatamente isso que eu fiz, sem cometer um único erro”, contou. “É uma vitória merecida. Nós ainda temos um longo caminho pela frente, mas estamos convencidos de que a moto e o time têm um potencial enorme”, concluiu.

Presidente da MV, Giovanni Castiglioni dedicou o triunfo de Cluzel ao pai. “Uma vitória maravilhosa, uma emoção indescritível”, comentou. “Quero dedicar esta primeira vitória ao meu pai, cuja fé na MV e na possibilidade de um retorno bem sucedido às corridas sempre foi inabalável, e ao falecido pai de Brian Gillen, o diretor da nossa divisão de corridas”.

“Quero agradecer ao time Yaknich e a todos os envolvidos neste ambicioso projeto por seu comprometimento exemplar”, concluiu Castiglioni.