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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Slipstream

O treino que definiu o grid de largada para o GP da Catalunha de Moto3 reiniciou a polêmica a respeito do uso do vácuo no Mundial de Motovelocidade. Ano passado, a direção de prova do certame já havia alterado sua forma de interpretar o regulamento, alertando os pilotos de que a redução de velocidade durante a sessão poderia ser considerada direção perigosa e punida como tal.

O alerta, entretanto, não deu resultado. No último sábado (13), os pilotos da categoria inicial extrapolaram, dificultando bastante a vida daqueles que queriam cravar suas marcas sozinhos.

Dos 34 pilotos em Montmeló, 30 poderiam ter sido punidos (Foto: Milagro/KTM)
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Diretor de prova do Mundial, Mike Webb afirmou após a sessão que, dos 34 participantes da etapa catalã da Moto3, 30 teriam de ser punidos por reduzir a velocidade à espera do vácuo de um piloto mais rápido.

Por conta do alto número de ‘infratores’, Webb deixou a situação passar em branco, mas agendou uma reunião para a próxima etapa para debater formas mais eficientes de combater a prática. Até agora, as infrações eram punidas com a perda de posições no grid e a aplicação dos pontos de punição, que são cumulativos.

“Durante a sessão de classificação da Moto3, nós novamente vivenciamos o problema de pilotos lentos na linha de corrida, de tal forma que ficou muito difícil para qualquer piloto fazer uma volta rápida em segurança”, expôs Webb. “A direção de prova informou 30 pilotos de que eles poderiam enfrentar punições por obstruir outros pilotos na linha de corrida”, seguiu.

“Foi realizada uma audiência da direção de prova, onde foram apresentadas evidências a pilotos e equipe sobre as ações de vários pilotos. Após essas evidências, a decisão da direção de prova foi de não impor punições neste caso para podermos avançar em formas mais efetivas de resolver este problema na Moto3”, explicou. “Uma reunião será realizada entre a direção de prova, os pilotos e os times da Moto3 na próxima corrida para definir soluções que serão adotadas para controlar esse problema”, completou.

Mais e mais

O Mundial de Motovelocidade vive um grande momento nas pistas e a qualidade das corridas reflete diretamente na audiência das provas. Depois de registrar um aumento de público em Mugello, o campeonato organizado pela Dorna viu subir o número de presentes no circuito da Catalunha.

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Montmeló teve casa cheia para receber a MotoGP (Foto: Suzuki)
No último fim de semana, 176.027 pessoas passaram pela pista de Barcelona, com o domingo registrando um público total de 97.200 espectadores. Ano passado, o número total foi de 163.045 pessoas.

Um dos poucos circuitos do calendário que também recebe a F1, Montmeló acolheu 188.960 pessoas no fim de semana da categoria máxima do automobilismo mundial, mas, segundo os números divulgados pelos responsáveis pelo circuito catalão, o número de espectadores no dia da prova do campeonato da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) foi de 88.700 pessoas.

domingo, 15 de junho de 2014

O craque do time

Marc Márquez aproveitou o fim do GP da Catalunha para mostrar todo seu talento futebolístico. Depois de vencer pela sétima vez na temporada, o espanhol chutou algumas bolas autografadas para a torcida.

E olha que ele nem estava usando a bota chuteira da Alpinestars...

Márquez mostrou um novo talento neste domingo em Montmeló (Foto: Repsol)
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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Graffiti

Jorge Lorenzo ficou de fora da iniciativa da Alpinestars de decorar as botas dos pilotos da MotoGP com temas da Copa por uma boa causa. Assim como aconteceu no GP da Catalunha do ano passado, o espanhol levantou a bandeira da igualdade e entrou na luta contra a discriminação das pessoas com necessidades especiais.

Pelo segundo ano consecutivo, Lorenzo terá em seu equipamento o trabalho de Anna Vives, uma jovem espanhola que tem Síndrome de Down e se tornou conhecida por ter criado uma tipografia digital que funciona em qualquer tipo de programa de texto.

Mais uma vez, Catalunha verá parceria entre Jorge Lorenzo e Anna Vives (Foto: Yamaha)
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Assim como no ano passado, o capacete de Jorge traz várias palavras escritas na fonte criada por Anna, que, desta vez, também aparece na YZR-M1, com um #99 estilizado.

O capacete usado pelo bicampeão na corrida de 2013 foi colocado em leilão e arrecadou mais de R$ 77 mil, que foram destinados à Fundação Itinerarium, uma organização que desenvolve ações que tem como objetivo melhorar o alcance e a qualidade de projetos educativos e sociais para pessoas com Síndrome de Down.

A tipografia criada por Anna, que também já estampou as camisas do Barcelona durante o Troféu Joan Gamper no ano passado, pode ser baixada pelo site: www.annavives.com.

Além de ter o trabalho de Anna Vives no capacete e nas botas, Lorenzo, com o apoio da Yamaha e a Dorna, envolveu outros integrantes da Fundação Itinerarium na rotina de um time da MotoGP.

A bandeira da igualdade, aliás, não é a primeira levantada por Lorenzo em 2014. No GP da França, o espanhol alinhou no grid de Le Mans com um cartaz com a inscrição ‘Bring Back Our Girls’, um movimento que pede a libertação de 276 garotas que foram sequestradas em uma escola no vilarejo de Cibok, no norte da Nigéria, no mês passado.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

#JáTemCopa

A Copa 2014 começou oficialmente no fim da tarde desta quinta-feira (12) com uma partida entre Brasil e Croácia, que terminou com uma vitória do time da casa por 3 x 1. Antes de a bola rolar na arena de Itaquera, na zona leste de São Paulo, a Alpinestars reuniu seus pilotos da MotoGP na reta do circuito de Montmeló para lançar uma série especial de botas comemorativas.

A convite da marca, Marc Márquez, Dani Pedrosa, Cal Crutchlow, Héctor Barberá, Scott Redding e Broc Parkes trabalharam em um design especial para a bota Supertech R, o calçado padrão dos pilotos do Mundial, que tinha a Copa no Brasil como tema.

Na reta de Montmeló, pilotos mostraram o que sabem de futebol (Foto: Alpinestars)
No lançamento das botas, a Alpinestars colocou uma trave na pista e convidou os pilotos a mostrarem suas habilidades em uma cobrança de pênalti. Sem goleiro, nenhum dos competidores teve grandes dificuldades.

Além de apresentar a nova pintura das botas, os pilotos também deram seus palpites para o Mundial e nenhum deles apostou na seleção canarinho. Atual campeã, a Espanha lidera as apostas, sendo indicada por quatro pilotos – Márquez, Pedrosa, Barberá e Redding. Crutchlow e Parkes, por outro lado, optaram por Inglaterra e Austrália, respectivamente.

Confira os detalhes de cada bota:

Marc Márquez
Mais jovem campeão da história da MotoGP, Márquez apostou no tradicional e traz em sua bota uma clássica chuteira dos anos 60.



Dani Pedrosa

Terceiro colocado na temporada 2014 da MotoGP, Dani apostou em um design assimétrico, com o lado esquerdo trazendo as cores da Espanha e as bandeiras dos outros países participantes. Além disso, o nome de Andrés Iniesta também aparece no calçado, assim como o número seis.

Do lado direito, Dani apostou no clássico layout preto e branco da bola de futebol, que apareceu pela primeira vez na final da Copa de 70, no México.



Cal Crutchlow
O titular da Ducati traz em sua bota o emblema da seleção inglesa com seus clássicos três leões, símbolo criado pelo Rei Ricardo em 1198. A Supertech R de Crutchlow também traz os nomes dos jogadores que vão defender a bandeira da Inglaterra nos gramados do Brasil.



Héctor Barberá

O piloto da Avintia também apostou nas cores da Espanha, mas vai levar símbolos do Brasil no pé esquerdo. Além da bandeira brasileira, a bota de Héctor traz estampado o Cristo Redentor.


Scott Redding
O titular da Gresini também optou por misturar os símbolos de seu país natal – a Inglaterra – e do Brasil. Do lado direito, Scott leva a Cruz de São Jorge. A bandeira brasileira aparece no outro pé, junto com um mapa do país.




Broc Parkes
O representante da Paul Bird também escolheu um design assimétrico, com a bandeira australiana ocupando o calçado direito e a flâmula brasileira exibida no outro pé.



Também patrocinado pela Alpinestars, Jorge Lorenzo não participa desta iniciativa futebolística, já que vai para o GP da Catalunha mais uma vez em parceria com Anna Vives, uma catalã com Síndrome de Down que se tornou conhecida após criar uma tipografia digital que funciona em qualquer tipo de programa de texto.

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